“O calendário tauromáquico será gerido de acordo com a evolução da pandemia”, diz Paulo Pessoa de Carvalho

A APET, Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos reagiu, em comunicado, às alterações ao calendário tauromáquico português e explicar o motivo para o cancelamento, adiamento e suspensão dos próximos espetáculos taurinos. A razão deve-se à pandemia de Coronavírus que se instalou em Portugal.

Perante as recomendações da DGS e as medidas tomadas pelo Governo também o setor tauromáquico tomou medidas para combater o Covid-19. O calendário taurino português teve de sofrer algumas alterações, tal como, em todo o país está a acontecer com vários setores.

O cuidado com a saúde pública e a responsabilidade social são motivos mais do que suficientes para que sejamos prudentes num momento como este. No entanto, estamos a trabalhar para que os espectáculos taurinos continuem, com as devidas precauções e em novas datas”, afirma Paulo Pessoa de Carvalho – Presidente da APET.

Em Portugal foram cancelados três espetáculos, dois foram adiados e um remarcado.

Foram cancelados os espectáculos em Beja a 14 de Março, Moita a 15 de Março e Alpalhão a 11 de Abril. Foram adiados os espectáculos no Redondo a 4 de Março e Almeirim a 5 de Abril, ainda sem agendamento de novas datas. O espectáculo de Vila Franca de Xira a 29 de Março, também, foi adiado para o final da temporada.

A corrida que foi anunciada para o dia 22 de Março, em Santarém, foi remarcada para o dia 26 de Abril. O cartel será o mesmo: Rui Fernandes, João Ribeiro Telles e Luís Rouxinol Jr.

Relativamente ao festival taurino anunciado até ao final do mês de Março: Chamusca (28 de Março) ainda está em aberto a sua realização.

A situação é dinâmica e o calendário tauromáquico será gerido de acordo com a evolução da pandemia” remata Paulo Pessoa de Carvalho.

A temporada tauromáquica decorre entre 1 de Fevereiro e 1 de Novembro.

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