OCF: Les Triplettes de Lisbonne celebram “a sonoridade e o repertório característico do Jazz Manouche”

Falta uma semana para o OCF e o Infocul continua a apresentar os artistas que integram o cartaz. Desta feita apresentamos os Les Triplettes de Lisbonne que actuam no dia inaugural do OCF, o mesmo dia em que actua Dino ‘Santiago.

Quem são os Les Triplettes de Lisbonne?

 

Les Triplettes de Lisbonne são um trio constituído por João Roxo (clarinete/ sax tenor), João Santos (guitarra) e Sérgio Fiuza Duarte (contrabaixo). Este grupo celebra a sonoridade e o reportório característico do Jazz Manouche onde se incluem standards norte-americanos das primeiras décadas do século XX, bem como alguns originais dos mais célebres nomes deste género musical, tais como, Django Reinhardt e Stephane Grappelli.    

 

 

Como surgiu a constituição do grupo em 2012?

 

Ao ouvir as gravações de Django Reinhardt, numa viagem de comboio entre Faro e Lisboa, surge ao guitarrista João Santos o impulso de compor um trio que pudesse imprimir a sonoridade tão característica daquela época bem como a sua energia contagiante. O convite é recebido com entusiasmo pelos restantes elementos, estavam então criados todas as condições para encetar o projecto. Os Les Triplettes de Lisbonne começaram por se apresentar com regularidade em vários espaços culturais de Lisboa. Para além de centros culturais, auditórios, eventos privados e bares, foram também convidados a integrar o cartaz do Festival Junta-te ao Jazz (2013) e Festival Jazz & Wine (2014).

 

 

O vosso repertório baseia-se em clássicos ou conta também com originais?

 

Baseia-se inteiramente nos clássicos do jazz Manouche.

 

 

Os Les Triplettes de Lisbonne podem ser classificados como uma banda de jazz ou o reportório viaja também por outras sonoridades?

 

O trio pode ser classificado como uma banda de Jazz Manouche já que todo o repertório incide neste estilo musical.

 

 

Quando surgiu o convite para actuarem no OCF?

 

O convite foi feito pelo músico e organizador do festival Tino Dias ainda durante a edição de 2015 do Festival, mas que só neste ano se pôde materializar. Um convite que aceitámos com muito prazer e que muito nos orgulha.

 

 

Actuando no mesmo dia de Dino D´Santiago existe a possibilidade de interpretarem um tema em conjunto?

 

Caso se proporcione, seria certamente um momento agradável.

 

 

Como convidam o público a ir ao OCF?

 

Os Les Triplettes de Lisbonne levarão com toda a certeza a alegria, a energia e a sonoridade da música dos anos 30 do século XX. A qualidade e a diversidade do cartaz deste evento fazem adivinhar uma verdadeira experiência musical a todo o público presente.

 

 

Como está a vossa agenda para 2016? Haverá novidades ao nível da discografia?

 

Quanto a discografia não está nos nossos planos, a curto prazo, gravarmos um disco para já. Este sábado, estivemos no Espaço Bartô do Chapitô em Lisboa, onde fomos muito bem recebidos pelo público e pelo pessoal do Bartô. A seguir ao OCF estaremos no dia 13 de Abril no espaço Bento Martins em Carnide e a 14 de Abril no Cine Incrível de Almada. Seguem-se alguns eventos particulares e outras datas estão a ser avaliadas. Convidamos todos a visitarem-nos na nossa pagina de facebook e no nosso site onde poderão estar a par das novidades do Trio, inclusive agenda.

 

O cartaz completo é o seguinte:

 

 Dia 08: Les Triplettes de Lisbonne e Dino D’Santiago

 

Dia 09: Miguel Amado Group e Cati Freitas

 

Dia 10: Trama e Simone de Oliveira.

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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