Os Clássicos estreiam-se com “Amor de escola”

os classicos

 

“Amor de escola” é o single de apresentação D’Os Clássicos, a mais nova aposta da Music For All. Este quarteto navega nas inebriantes águas do pop e do rock, cruzando-se também com os movimentos slow-rock e pop/funk numa junção vencedora de talento e arrojo. 

 

 

Quando comemoram três anos de existência, o grupo anuncia o primeiro álbum de longa duração, intitulado Primeiro Acto, que será editado durante o ano de 2017.

 

 

O projecto começou em 2014 e foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Edgar Milhões, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda. Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se Os Clássicos, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk que marcariam a diferença pela forte interacção com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento. 

 

 

Edgar Santos desde 1998 está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012 entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a actuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband. 

 

 

Edgar Milhões, o baixista, nasceu em 1997 e sempre foi considerado um músico com talento muito acima de média. Em Setembro de 2012 entra para a ESPROARTE, mais concretamente para o curso de Contrabaixo, o que o leva a, dois anos depois, atingir a orquestra APROARTE e a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP). A eterna busca por conhecimento levou-o a participar em diversas master classes com nomes como Alberto Bocini, Yury Aksenov, Manuel Rego, Vladimir Kouznetsov ou Alexandre Storojouk. 

 

 

Entre 2014 e 2015, o músico, integrou a Orquestra Geração Murça/Mirandela, o que o levou a actuar em cidades como São Paulo ou Paris, tendo sido também contrabaixista da JOP em palcos como o CCB, em Lisboa, Bucareste ou Berlim. Actualmente para além de se dedicar ao projecto Os Clássicos é também músico nas Orquestras APROARTE, Jovem Orquestra Portuguesa e Orquestra Clássica Transmontana.

 

 

José Moreno, tal como os dois membros acima referidos, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos catorze entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE. Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e actualmente para além de baterista d’os Clássicos é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa.

 

 

O último dos membros é o trompetista Leandro Martins. A sua história com o trompete teve início em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (actualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris. Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD). Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projectos musicais, sendo o principal a banda Os Clássicos.  

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