Óscar Romero relança “Veneno” e confessa ao Infocul que “temos mais temas que estão em pré produção”

 

 

 

Óscar Romero está de regresso e em época natalícia aposta no relançamento do tema “Veneno”. O conhecido músico, compositor e apresentador concedeu uma entrevista ao Infocul, na qual fala sobre o novo tema, os projectos para 2019, o reconhecimento do seu percurso, as redes sociais e ainda as tentações gastronómicas de Natal.

 

 

 

Além da música, a televisão tem papel preponderante no percurso de Óscar Romero, são exemplos as participações em programas como “Herman Sic”, “Chuva de Estrelas” “Portugal No Coração” e “ Levanta-te e Ri ”.

Veneno”, agora relançado, aposta numa junção de estilos como Pop, Rumba e Reggaeton, e está disponível em todas as plataformas digitais desde o passado 30 de Novembro.

 

 

 

Este relançamento de “Veneno” deve-se a que motivo?

É a celebração de um uma nova fase e rumo na minha carreira com a “Music in my Soul”, que desde o inicio acredita no meu talento e projecto.

O próximo passo será dar continuidade com o lançamento de novos temas.

 

 

Tem um percurso diversificado e em várias áreas. Quem é Oscar Romero?

Uma manta de retalhos, que foi construída com um pouco de cada “mestre” que apareceu na minha vida, seja na música, representação ou criação. Como pessoa, um ser humano como outro qualquer, com todas as “bagagens”, virtudes e defeitos que todos temos.

 

 

Qual a mensagem que pretende transmitir em “Veneno”?

Veneno”, é usado como metáfora que expressa aquele momento da sedução em que perdemos o controlo e sem saber porquê, seja por pequenos gestos, sinais, maneira de estar e falar, um olhar… Sentimo-nos atraídos e obcecados por essa energia e ansiamos a aproximação e contacto físico, seja com um beijo ou algo mais…. Fala da liberdade de sentir e amar, sem medos, sem rótulos, nem preconceitos, de uma maneira simples e humana.

 

 

 

Podemos dizer que este tema tem uma sonoridade que remete para influências da pop music, reggaton e até mesmo rumba?

Certíssimo, é o primeiro tema (que eu conheça) que funde estes três estilos, até uso a terminologia “Reggaeton Rumbero”, que curiosamente rima com o meu apelido.

Os ritmos latinos são os seus predilectos?

Não é uma questão de predilecção, estes ritmos estão no meu ADN. Mas adoro muitos ritmos e muitos estilos e sonoridades, a fusão, essa sim, é a minha predilecção.

 

 

O que seria um grande desafio para si cantar?

Cada canção é sempre um desafio. É necessária uma maturação de cada tema para atingir um resultado que nos agrade e isso depende do nosso grau de exigência e da evolução nos nossos ensaios. Um dueto, isso sim é um grande desafio.

 

 

Em termos discográficos o que está a ser preparado, além do relançamento deste tema?

Obviamente lançar apenas um tema não faria sentido nenhum, o objectivo é sempre a continuidade para a concretização de um álbum. Já temos mais temas que estão em pré produção em parceria com meu querido amigo, compositor e produtor Marco Quelhas, e um novo tema para ser lançado em breve, muito em breve.

 

 

 

Em termos de redes sociais, como pode o público interagir consigo?

Sem filtros e directamente, podem comentar e enviar mensagens pelas mesmas. Tento sempre gerir o meu tempo para responder ao maior número de pessoas possíveis, seja pelo instagram ou Facebook.

 

 

Dedica muito tempo às redes sociais?

Dedico algum tempo, hoje em dia é obrigatório comunicar pelas redes sociais,.A nova geração é muito selectiva neste sentido, prefere e domina a internet, a interacção directa acontece sem dúvida nas redes sociais.

 

 

Quais os grandes objectivos em termos de carreira para 2019?

Primeiro viver dia a dia, “Carpe Diem”, e continuar a fazer aquilo que eu amo e inspira , seja a escrever, criar, cantar, pisar palco e claro sentir-me realizado e feliz com isso. Tudo aquilo que vier por acréscimo é sempre bem-vindo. Não escondo o desejo, ilusão e ambição que tenho, de entrar no mercado Ibérico e Latino, chegar além-fronteiras.

 

 

Aproxima-se o natal. O que representa esta época para si e como a costuma festejar?

O Natal representa para mim a celebração de um novo início, ser fiel às nossas raízes, a nossa família, a ternura, a amizade e respeito, os verdadeiros afectos… Longe do louco consumismo material que nos invade hoje em dia. Estarei reunido com a minha família e com as pessoas que mais amo.

 

 

Alguma iguaria típica a que não resista?

Oh meu Deus! Adoro comer e sou um bom garfo, mais em Portugal que tem esta culinária fantástica. Nestas datas não resisto nem ao bacalhau nem ao Peru! Não resisto também a uma fatia de bolo rainha ou umas boas farófias, não pode faltar o meu “Turrón”.

 

 

Sente-se valorizado pelo seu percurso, em Portugal?

Já tive momentos que fui muito valorizado, e outros menos… Mas faz parte da carreira de cada artista, o importante é que estou de volta e que estou a desfrutar muito daquilo que faço, a valorização do resultado final não me cabe a mim, mas sim aos outros.

 

 

Qual a mensagem que deixa aos leitores do Infocul?

Que continuem a apoiar os artistas do nosso país, seja a acompanhar e a partilhar os projectos que acontecem, ou ainda melhor a assistir aos nossos concertos e espectáculos. Sem público nada faz sentido. Obrigado pelo vosso tempo.

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