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Pablo Alborán assinala o seu triunfante regresso com a edição simultânea de dois singles, surpreendendo mais uma vez com as suas incríveis capacidades de composição e somando assim dois novos hits à sua já longa lista de êxitos: “Saturno” e “No Vaya A Ser”.

 

 

 

En Saturno viven los hijos que nunca tuvimos,

en Plutón aún se oyen gritos de amor.

Y en la Luna gritan a solas tu voz y mi voz pidiendo perdón,

cosa que nunca pudimos hacer peor”

“Em Saturno vivem os filhos que nunca tivémos,

Em Plutão ainda se ouvem gritos de amor.

E na Lua gritam a tua voz e a minha pedindo perdão,

Algo que nunca pudemos fazer pior

 

 

Nestes versos de uma das suas novas canções, vemos que Pablo está mais inspirado do que nunca. As palavras chegam livremente quando os sentimentos lideram o caminho:

 

 

 

Eu era obcecado por dizer as coisas de uma forma diferente. Desta feita eu quis escrever letras que não só servissem bem na música mas que fossem também agradáveis de ler. Esta canção fala de vidas paralelas, sobre coisas que não acontecem aqui mas noutro lugar qualquer. Imaginei que tudo o que parava de ocorrer na Terra continuava a ocorrer noutro lugar, como ondas de espaço que não estão perdidas ou se dissipam mas que se mudam e evoluem noutra parte do Universo. Pensei em Saturno e no amor. Quando o amor morre, não é por causa do que foi, mas por causa do que poderia ter sido. E lembrei-me da história mitológica de Saturno e dos seus filhos. Uma característica única que introduzimos foi a frequência sonora do planeta Saturno no início e no final da música”. Afirma Pablo.

 

 

 

A ideia de editar 2 singles de uma só vez foi do Pablo, uma decisão muito corajosa:

 

 

 

Precisava de mostrar os dois extremos do álbum, dois lados distintos da minha música hoje em dia: “Saturno” é uma balada com um som muito orgânico e “No Vaya A Ser” está no outro extremo, mais electrónico. Não queria editar só um single e arriscar ser etiquetado. “No Vaya A Ser” é a primeira canção em que uso a minha voz como motivo musical. Fala do amor como uma dança, um acto de Guerra, medo de perder, um medo de nos revelarmos, de baixar as defesas, de assumir riscos e não ganhar. É uma dança que nos leva para a frente e nos faz recuar e isso mantém-no vivo. É por isso que a canção é tão ritmada.”

 

 

A música em Espanha tem hoje um claro protagonista: é de Málaga e o seu nome é Pablo.

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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