Palco Santa Casa da Misericórdia no Meo Marés Vivas com cartaz completo

mares vivas

 

Pelo sétimo ano consecutivo, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa volta a associar-se ao Festival Meo Marés Vivas para apoiar a cultura e a música nacional com um palco próprio.

 

 

No primeiro dia do festival, 14 de Julho, sobem ao palco Santa Casa: “Os Quatro e Meia” e “Souls Of Fire”. 

 

 

“Os Quatro e Meia” juntaram-se pela primeira vez em Coimbra e sempre que actuam procuram de uma forma  descontraída e bem-disposta, conferir novos olhares e sonoridades na composição de canções feitas na língua de Camões. “P’ra Frente é Que É Lisboa” é o título da primeira composição e a digressão nacional inicia-se em Setembro e tem passagem confirmada pela Casa da Música. Só que antes do início desta digressão vão passar pelo Palco Santa Casa no Meo Marés Vivas.

 

 

Ainda no mesmo dia, o palco Santa Casa recebe os Souls Of Fire. Contar a história dos Souls of Fire representa uma viagem sonora aos últimos 15 anos da música portuguesa. Com a timidez natural da idade, aconteceram os primeiros encontros, corria o ano de 2000, mas a vontade e o desejo de algo maior materializaram-se e de uma brincadeira de amigos que tinham em comum a paixão à praia, ao surf e às Jam sessions improvisadas se fez o colectivo que tem hoje no currículo salas cheias de Norte a Sul do país. O último álbum do grupo, “Pontas Soltas”, remonta ao ano de 2012 e tem o carimbo da NOS Discos.

 

 

No dia 15 de Julho é a vez de subirem ao Palco Santa Casa os Mundo Segundo, Kappa Jotta e João Pequeno.

 

 

O MC Mundo Seguro é uma das figuras mais incontornáveis do hip-hop português e um dos mais activos embaixadores do movimento. Foi o criador das míticas  “Nova Gaia Hip-Hop Sessions” e parte integrante dos Dealema, um dos casos mais sérios de longevidade no hip-hop português. No entanto, o amor à cultura e a determinação em elevar o hip-hop ao mesmo patamar de outros géneros musicais fizeram com que Mundo se aventurasse também a solo, em meados de 2006.

 

 

Kappa Jotta, é um nome sonante e influente no mundo do Hip-Hop/Rap/Urban Music português, um dos nomes mais falados da nova escola, tendo ganho o prémio de “artista revelação 2014” por um dos sites mais conceituados de hip-hop português (HipHopWeb). Kappa Jotta já passou por alguns dos grandes palcos como o Mítico Hard Club, tendo partilhado palco com nomes como, Sam  the Kid, Mundo Segundo, ou Allen Halloween. “Virus”, que foi editado em 2015, é o seu álbum de estreia.

 

 

E para terminar o festival, a 16 de Julho, os protagonistas do Palco Santa Casa serão os Àtoa e Caelum.

 

 

Os Àtoa são constituídos por 4 elementos (o João, o Guilherme, o Rodrigo e o Mário) e “chamam-se Àtoa porque no início foi assim, tudo era um pouco à toa” (dizem eles na sua bio da página oficial do facebook). As suas músicas, segundo eles, refletem as suas vivências e a amizade que estes quatro rapazes têm e mantêm há já muito tempo. Dizem ainda que “São mais do que uma banda, mais do que um grupo de amigos. São uma família”.

 

 

Os Caelum (Caelum’s Edge) foram, em 2012, os vencedores da primeira edição do EDP Live Bands. Desde então, os Caelum já actuaram no Festival NOS Alive (2013 e 2014), Hard Club Porto, Rock no Rio Sado,  entre outros. No inicio de 2016 partiram para uma nova aventura com o lançamento do seu primeiro álbum “Enigma”, que tem em “O Jogo” o seu single de apresentação. Os Caelum preparam agora um novo single com lançamento previsto para a Primavera de 2017.

 

 

O Meo Marés Vivas decorre de 14 a 16 de Julho. O bilhete diário custa 35€ e o passe para 3 dias tem um valor de 60€. Estes já se encontram à venda.

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