Reguengos de Monsaraz: Terras sem Sombra é “boa oportunidade de continuarmos a valorizar o nosso património cultural e natural” (C/Som)

A 15ª edição do festival Terras sem Sombra, que decorrerá de Janeiro a Julho entre Portugal e Espanha, tem algumas novidades em termos de localidades onde realizar-se-á a programação. Uma delas é Reguengos de Monsaraz, tendo sido revelado na apresentação o interesse demonstrado pelo município no festival.

Nesse sentido, o Infocul entrevistou o vereador Jorge Nunes sobre o valor que o festival leva a um município que conta com forte programação cultural ao longo do ano, com o autarca a revelar que “Reguengos tem de facto uma programação intensa e vasta mas todos os projectos que podes ser acrescentadores temos por norma acolhê-los e foi exactamente isso que fizemos com o Terras sem Sombra. Este é um festival que está consolidado naquilo que é o âmbito regional, que decorria no Baixo Alentejo, e havendo interesse por parte dos promotores do festival em abrirem-no a toda a região, e neste caso ao Alentejo Central, tendo nós características e condições para ser um dos municípios parceiros, foi dessa forma que vimos nele mais uma boa oportunidade de continuarmos a valorizar o nosso património cultural e natural e também a promovê-lo, porque é disso que se trata. É um festival viajeiro, destinado a um público internacional muito especifico que vem com grande interesse do conhecimento cultural e todas essas pessoas que tiverem oportunidade de lá passar por ocasião do festival serão, então, bons veículos de promoção daquilo que é o nosso território e o nosso património histórico e cultural à escala internacional, a todos os locais de onde eles forem provenientes. Portanto foi dessa forma, que era um investimento cultural que fazia todo o sentido este ano e portanto irá decorrer no nosso concelho com o epicentro na vila histórica que é Monsaraz mas também será alargado, através da visita, a grande parte do nosso património natural do concelho“.

Já sobre o valor do investimento, refere que “são valores aceitáveis e normais que foram balizados pelas câmara municipais e que olhando para aquilo que é o valor potencial do festival, o potencial de promoção do território que o festival faz, digamos que são valores minimalistas comparando ao valor que o festival acrescenta ao território“.

 

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