A apresentação de Rodrigo Cuevas é clara: “Agitação folclórica e eletrónica, estrela do campo, humor, erotismo elegante, hedonismo e celebração dos direitos inegociáveis”. Cuevas faz parte de uma nova geração de artistas espanhóis que procura na tradição os argumentos para apresentar ao futuro. Com a ajuda do conceituado e ultra-requisitado produtor Raül Refree (Lina, Rosalía ou Lee Ranaldo são alguns dos artistas com que trabalhou recentemente), Rodrigo Cuevas afirmou uma visão musical singular e moderna, que casa elementos do flamenco e de outros folclores espanhóis com toques de eletrónica e outros elementos contemporâneos.

 

Trópico de Covadonga é o nome da digressão que tem arrecadado aplausos efusivos por toda a Espanha (e não só…), cruzando, além da música, coreografias e projeções vídeo num envolvimento multimédia de perfeito arrojo. A base é o álbum produzido e cocomposto por Refree, Manual de Cortejo, que saiu no final de 2019 e se encontra nomeado para os mais importantes prémios da crítica e da indústria do país vizinho. Artista singular com música exótica, sensual e avançada. Uma combinação irresistível que agora terá a sua estreia em Portugal.

O músico vem a Portugal no âmbito do festival Misty Fest e tem marcados os seguintes espectáculos:

5 de Novembro- Museu do Oriente, em Lisboa;
6 de Novembro- Auditório de Espinho, Academia;
8 de Novembro- Convento de São Francisco, em Coimbra

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