Rui Andrade: “Basta um pequeno sinal, muitas vezes inexplicável, para que o amor aconteça”

 

 

‘Dizem que o Amor’ é o mais recente single de Rui Andrade, que em entrevista ao Infocul dá a conhecer a história e mensagem que pretende transmitir. O cantor, e também actor, revela alguns planos para breve.

 

‘Dizem que o amor’ é o mais recente single. O que dizem do amor ou o que pretende Rui Andrade dizer sobre o amor?

O que é certo é que todos os seres humanos têm algo a dizer sobre o amor. O que pretendo dizer sobre o amor, é que muitas vezes ao contrário do que pensamos e esperamos, basta um pequeno sinal, muitas vezes inexplicável, para que o amor aconteça. Esta canção retrata uma relação amorosa no limiar da ruptura e todos os sentimentos, medos e recordações dessa mesma relação, numa letra simples e que com a sua simplicidade espero que as pessoas se identifiquem com a mesma.

Actualmente está em estúdio. O que podemos esperar em termos discográficos?

Neste momento, eu e a minha equipa, estamos em processo de criação. O álbum será o objectivo final, mas estamos mais concentrados em fazer trabalhos sólidos e coerentes com a minha nova fase musical.

Quem irá produzir o disco? Pode já revelar alguns autores ou compositores?

Os dois singles editados em nome próprio, foram produzidos por El Conductor. E a parceria está a correr muitíssimo bem. Temos gostos muito similares e linguagens musicais parecidas também. As composições são do próprio El Conductor, bem como algumas composições minhas.

Terá convidados?

Será um dos objectivos mas não posso revelar (sorri).

Para quando novidades? Ainda em 2019?

Dentro de poucos meses sairão mais algumas novidades. Mais canções novas estão a ser preparadas.

Em termos de carreira, o que tem já Rui Andrade programado para 2019, tendo em conta que é um multifacetado artista?

2019, será um ano de continuação na aposta da minha carreira a solo, mas continuo também no teatro, na comédia GOD, com Joaquim Monchique e Diogo Mesquita actualmente em Lisboa, mas que iremos em digressão nacional no decorrer deste ano.

 

 

Ao longo deste percurso, que começou nos Morangos com Açúcar, o que mais destaca?

Em termos de visibilidade pública, sem duvida Morangos foi o projecto mais importante para me dar a conhecer as pessoas. Posso dizer que tive uma carreira crescente. Já pisei os maiores palcos portugueses e europeus. Já trabalhei com grandes nomes do teatro e da música em Portugal. Portanto, só posso estar feliz com tudo o que já fiz.

Há algum projecto que se arrependa de ter feito? Qual?

Arrepender não diria… não sou muito de arrependimentos. Mas, talvez gerisse melhor algumas das minhas prioridades do passado, de forma a viver as experiências e todas as oportunidades que tive de uma outra forma. Mas acredito que sou o artista que sou hoje por todos os projectos que já fiz no passado: bons e menos bons.

Em termos de redes sociais. Quanto tempo lhes dedica e qual a importância que elas têm para si?

Sou um adepto das redes sociais. Olho para elas como um meio de mostrar um pouco mais de mim aos meus amigos, seguidores, fans. Dedico-lhes algum (muito) tempo. Até porque gosto de estar em contacto com os meus seguidores, bem como acompanhar os percursos das pessoas que admiro.

Sobre este novo single, como o definiria em termos sonoros?

Este novo Single, é uma balada simples, bem estruturada, com um instrumental bastante actual e moderno(A meu ver, claro). (sorri)

O Amor é inspiração para a arte ou uma dor de cabeça na vida real?

O amor faz girar literalmente o mundo. Sendo um sentimento tão global, “interfere” na vida das pessoas, na maneira como se relacionam e interagem, tal como serve de “mote” para todos os tipos de arte. É certo que nem sempre o vivemos da maneira que mais queríamos ou esperávamos mas até essa “dor de cabeça na vida real” faz com que cresçamos a nível pessoal e emocional e isso acho que é o mais importante… que haja essa evolução enquanto seres humanos, e assim sendo o amor é fundamental.

Qual a mensagem que deixa aos leitores do Infocul?

A melhor mensagem que posso passar é que gostem tanto deste “Dizem que o amor” tal como eu gosto. Que a divulguem, partilhem, e que oiçam mais música portuguesa… a nossa música e os nossos artistas merecem. A todos os que seguem o meu percurso muito obrigado, e prometo continuar a trabalhar de forma a que se sintam cada vez mais conectados com a minha maneira de ver a música e a vida. Obrigado Infocul.

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

Rui Lavrador has 6259 posts and counting. See all posts by Rui Lavrador

Rui Lavrador

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.