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O Teatro Rivoli recebe no dia 16 de Março, quinta-feira, pelas 21:30, a segunda edição do Porto Best Of. Em 2016 passaram pelo palco nomes como os GNR e os Lobo, no ciclo dedicado à Pop; Dealema e Capicua, na noite do Hip-Hop; Tarantula, Equaleft e Redemptus, a lembrar as raízes do Metal da cidade.

 

 

Nesta nova edição intimista o público vai ouvir as histórias contadas pelas palavras dos Três Tristes Tigres, os Old Jerusalem e Dan Riverman. Estes nomes reúnem o passado, o presente e o futuro da música portuguesa, naturais do Porto, no mesmo palco.

 

 

Este ciclo de concertos contam com a curadoria de Miguel Guedes, onde as bandas do Porto são convidadas a tocar e revisitar na íntegra o seu primeiro, mais influente ou seminal álbum, revisto à luz do tempo presente.

 

 

“Em cada noite ‘Porto Best Of’, um artista ou banda emblemática da cidade do Porto tocará – na íntegra – o seu primeiro ou mais influente ou seminal álbum, revisto à luz do tempo. Em cada uma das noites, partilhará o palco com algumas das mais excitantes propostas da nova música da cidade. É mais do que um encontro de géneros, estilos ou de gerações. Estamos, em todos os casos, a presenciar o nervo musical do Porto no coração da cidade e a sua particular influência na história da música portuguesa.”, explica o curador do Porto Best Of, Miguel Guedes.

 

 

A abrir a noite do dia 16 de Março, uma das vozes mais impressionantes da nova geração de músicos em Portugal. Depois de ter despertado a atenção de Saul Davies (James) e de Davey Ray Moor (Cousteau), Dan Riverman prepara-se para editar o seu primeiro longa-duração antes do Verão e, no Teatro Rivoli, vai apresentar algumas das novas canções. Haverá ainda espaço para recordar temas do EP de estreia, “Hers”, como “Fragile Hands”, “Dark Haired Girl” e “Sea and the Breeze”.

 

 

Antes dos Três Tristes Tigres sobe ao palco Old Jerusalem, um dos projectos mais coerente do início deste milénio. Ao vivo, Francisco Silva vai apresentar o seu mais recente trabalho, “A Rose is a Rose is a Rose”, que marca o regresso aos discos depois de um interregno de cinco anos. Após uma fase mais introspectiva, o músico retoma neste sexto álbum de originais a colaboração com outros músicos, nomeadamente com Filipe Melo, responsável pelo piano e arranjos de cordas e cúmplice empenhado na delineação do rumo estético do trabalho.

 

 

“A Rose is a Rose is a Rose” apresenta uma versão de Old Jerusalem mais expansiva, ainda que centrada na atenção às canções e à melhor forma de as comunicar, da qual fazem parte “A Charm” e “One for Dusty Light”.

 

 

O Teatro Rivoli recebe a banda de Ana Deus e Alexandre Soares que vai revisitar o seu segundo álbum, “Guia Espiritual” (considerado pela Blitz o Melhor Disco de 1996, e pelo Público como um dos Melhores Discos dos Anos 90), mas também algumas canções do disco “Comum” (1998).

 

 

Passados 20 anos, Ana Deus, Alexandre Soares e dois dos músicos que com eles tocaram ao vivo, João Pedro Coimbra (bateria) e Quico Serrano (teclados), revisitam o universo dos Três Tristes Tigres, e canções como a “Zap Canal”, um dos temas do primeiro disco da dupla Deus/Soares em parceria com a poetisa Regina Guimarães. Treze anos depois do último concerto, esta é uma oportunidade única para recordar uma das bandas de rock alternativo mais marcantes de Portugal e que vai fechar esta noite com “chave de ouro”.

 

 

 Os bilhetes para o Porto Best Of custam 7,5€ e já estão à venda no Teatro Rivoli.

 

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