Tomara: “É um disco muito contemplativo, introspectivo e honesto”

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Filipe Monteiro tem novo alter-ego, Tomara. A 22 de Setembro sai o primeiro disco de Tomara, intitulado “Favourite Ghost”. O músico concedeu entrevista ao Infocul para falar sobre o seu novo trabalho discográfico e também sobre este novo projecto.

 

 

 

Neste disco, o músico canta a vida, desde a paternidade ao casamento e passando pela vida quotidiana e até a sua habitação. Márcia participa no tema “House”, num dueto bem conseguido.

 

 

 

Filipe, quando surge a ideia para este projecto, Tomara?

Sempre tive o desejo de fazer um disco meu. Mas só há cerca de 5 anos comecei a concretizar esse desejo. Tinha muita música que tinha de fazer, e acredito que ela só existe para o mundo depois de ser gravada.

 

 

 

Que projecto é este e qual o seu conceito?

É um disco que materializa aquilo que andei a imaginar durante anos.

 

 

 

Em termos de sonoridade o que pode o público esperar de “Favourite Ghost”?

É um disco muito contemplativo, introspectivo e honesto. Divide-se entre as canções e as paisagens sonoras. Fala de muitos dos meus medos e fantasmas, mas sobretudo de amor e de futuro. E as imagens que sugere são esperançosas.

 

 

 

Tendo feito o curso de design da comunicação, como surge a música na sua vida e quando decide fazer da música, a sua vida?

A música sempre fez parte da minha vida, desde menino, quando integrei uma Banda Filarmónica, ou na adolescência ao fazer parte dos Atomic Bees com quem gravei o primeiro disco. Também fiz música para Teatro. Nunca larguei a música, pelo contrario, sempre mergulhei nela. Cada vez mais.

 

 

 

Neste disco conta com a participação de Márcia. Quando surge a possibilidade deste dueto e quando começou a pensar nele?

Essa canção, “House”, reflete o nosso encontro, o nosso casamento e tudo o que criámos juntos.

 

 

 

Em termos de apresentação do disco o que já pode ser revelado?

Estou a tratar disso com a minha agência neste momento. De qual será a melhor forma de apresentar o disco, onde e quando. Mas ainda não tenho nada para adiantar  a esse respeito. A seu tempo será comunicado.

 

 

 

Para quem quiser comunicar e interagir consigo nas redes sociais onde poderá fazê-lo?

Enquanto me for possível, terei imenso gosto de responder às mensagens que me enviam na pagina oficial de Tomara no Facebook – facebook.com/tomaraoficial, ou no Instagram – instagram.com/tomara_official

 

 

 

Dedica muito tempo à redes sociais?

Nem por isso. Mas estou atento a quem me segue.

 

 

 

Que importância têm no seu trabalho?

São importantes como ferramenta de divulgação do que vou fazendo, e na comunicação com os outros. É assim que vou tendo, por enquanto, a possibilidade de saber que a minha música está a chegar a alguém.

 

 

 

Como convida o público a comprar e ouvir este disco?

Nunca comprei um disco por ser convidado a fazê-lo. Sempre procurei aquilo que queria ouvir, se me chegava uma amostra por algum meio… espero conseguir chegar a quem vai gostar de ouvir este disco.

 

 

Fotografia: Estelle Valente

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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