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Os UHF actuaram ontem no Campo Pequeno com a Orquestra Nacional de Jovens, dirigida pelo Maestro Cristiano Silva e que teve ainda como convidado especial o guitarrista e co-fundador dos UHF, Renato Gomes.

 

 

UHF Sinfónico traduziu-se num espectáculo em que os maiores êxitos da banda de Almada, ganharam nova vida com a Orquestra Nacional de Jovens em Palco. E foi mesmo a orquestra que deu inicio ao espectáculo e com isso acolheu os primeiros aplausos da noite, à medida que os elementos dos UHF iam também subindo a palco.

 

 

Perante um Campo Pequeno que esteve muito longe de esgotar, os UHF fizeram a festa com os fãs que foram e que acompanharam quase todos os temas com palmas e/ou até mesmo cantando.

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António Manuel Ribeiro começou por saudar “Lisboa, a capital do império da palavra”, seguindo depois para temas como “Vamos entender-nos” ou “Viver para te ver”. “A próxima canção celebra o facto de os UHF quererem continuar a ser putos em cima do palco”, antecipou António Manuel Ribeiro ao anunciar “Os Putos Vieram para Divertir-se”. E a verdade é que no Campo Pequeno, todos voltaram a ser crianças (ou soltaram a que tinham dentro deles), tal a energia com que cantaram e dançaram.

 

 

A primeira grande explosão de alegria contudo apenas surgiu com “Cavalos de Corrida”, com todo o Campo Pequeno a cantar um tema que ganhou neste espectáculo, uma nova roupagem e que foi interpretado num ritmo mais cadenciado.

 

 

30 anos após a sua partida, a sua obra está mais viva que nunca. Vejam Bem!” disse António Manuel Ribeiro sobre José Afono antes de os UHF e a Orquestra interpretarem magistralmente “Vejam Bem”.

 

“Toca-me”, “A última Prova” e “Matas-me com o teu olhar” antecederam o intervalo. Sim, os UHF fizeram intervalo neste espectáculo, durante aproximadamente 10 minutos.

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De regresso ao palco, os UHF continuaram a desfiar memórias através de temas como “Uma palavra tua” ou “Sarajevo”, antes de ser chamado a palco o co-fundador da banda e guitarrista, Renato Gomes. Nas palavras de António Manuel Ribeiro, “o melhor guitarrista português daquela década, 1980”. Em palco, dizemos nós, estava em palco um dos melhores guitarristas da actualidade, António Côrte-Real. Nesta segunda parte ouvimos ainda por duas vezes os “Cavalos de Corrida”, (uma com Renato Gomes e outra no encore), com o ritmo enérgico a que nos habituámos, além de “Rua do Carmo” ou ainda “Menina Estás à Janela” e “Quando eu era pequenino”.

 

 

Público aos saltos, vibrando e cantando com a banda, excepto quando António Manuel Ribeiro começou a dissertar sobre o percurso da banda, a importância dos fãs e tudo o que a alma lhe pedia para transmitir naquele momento. Tempo ainda para o Maestro apresentar a Orquestra Nacional de Jovens e efectuar uma listagem de localidades de proveniência dos músicos. A Orquestra Nacional de Jovens está sediada no CAE da Figueira da Foz e acolhe jovens de todo o país, tendo ontem apresentado uma qualidade impar.

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O rock dos UHF ganhou uma nova dimensão em palco com a Orquestra e os Jovens mostraram ser adultos na sua qualidade e profissionalismo. Foram brilhantes. Os UHF continuam a ser intemporais, mas já não é moda os banhos de público como acontecia em tempos de outrora. Como destaque ainda o desenho de luz, que proporcionou efeitos visuais muito bons e adequados aos temas que foram interpretados.

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Toda a galeria fotográfica poderá em breve ser consultada no Facebook do Infocul.

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