Vicente Rodrigues sobre Fundação Amália Rodrigues: “2 a 3 anos é o tempo necessário para que nós possamos garantir que a fundação é sustentável ao longo do tempo”

 

Vicente Rodrigues, presidente do conselho de administração da Fundação Amália Rodrigues, falou ao Infocul sobre o programa das comemorações do centenário de Amália Rodrigues.

Começou por nos dizer que “não foi um grande desafio, se quer que lhe diga, porque à medida que fomos falando com as varias entidades todos manifestaram uma grande abertura e disponibilidade para colaborar e portanto o maior desafio inicial foi pensar que tipo de entidades que nós necessitamos e qual o tipo de actividades que queremos desenvolver, e para desenvolver este tipo de actividades que tipo de entidade parcerias que nós achamos mais interessante, e depois foi falar com elas e devo dizer que a generalidade das empresas e entidades com quem falámos nos disseram sim, sim estamos disponíveis a colaborar”.

Sobre quanto tempo demorará a ter a fundação a ser sustentável e a executar os desejos de Amália, apoio aos mais necessitados, disse que “não tenho toda a segurança do que estou a dizer, mas tenho a convicção que em ano de centenário, no exercício de 2020 ser uma fundação rentável não me parece difícil. Eu acredito que em 2020 a fundação possa ser rentável, possa dar lucro, possa ajudar a distribuir por pessoas carenciadas aquilo que seja possível, nesta dimensão, acredito e penso que em 2020 possa começar a cumprir. Agora o desafio mais forte não é esse, o desafio mais forte são os anos 2021, 2022, 2023, os anos seguintes, eu diria que para cumprir integralmente o testamento com a necessidade que há de requalificar a casa museu, criar novas acessibilidade, conservar o património, digitalizar o património, eu diria 2 a 3 anos é o tempo necessário para que nos possamos garantir que a fundação é sustentável ao longo do tempo”.

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