Visitas Orientadas e Oficinas marcam um novo ciclo de programação da Casa da Memória

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A Casa da Memória de Guimarães começa um novo ano com novidades sobre o ciclo de programação. O equipamento cultural vai oferecer uma série de visitas guiadas por alguns dos agentes mais intervenientes na vida da cidade, juntando a sua experiência e perspectiva à memória colectiva da cidade.

 

 

Se 2016 foi o ano inaugural da Casa da Memória (CDMG), ao longo do qual foi trabalhada a sua exposição nuclear como um lugar onde se conhecem ou reconhecem memórias de Guimarães, o novo ano de 2017, no que concerne à Exposição Território e Comunidade, permitirá o aprofundar da diversidade das referências em exposição, colocando-as em paralelo com as, também diferentes, análises e perspectivas de quem a visita.

 

 

Este ano, a CDMG irá programar diferentes visitas orientadas para determinada unidade temática da exposição, por diversos agentes desta mesma memória em processo e em análise: uma visita guiada à CDMG por um cineclubista trará uma narrativa “memorialista” diferente daquela guiada por um nicolino. E é esta linha que esta Casa prossegue, entendendo a Memória, como um processo aberto, participativo, tolerante, incompleto, infinito e democrático e entendendo Guimarães como um imenso universo de memórias, lembranças, recordações.

 

 

A primeira visita à Casa da Memória vai decorrer neste sábado, 14 de Janeiro, às 17:00 e estará a cargo de Jeremy Hugh Aston, responsável pela criação da Plataforma de Criação de Paisagem Urbana, uma mesa de jogo interactiva que se encontra na nave do território da Casa da Memória. A Plataforma de Criação de Paisagem Urbana é um espaço interactivo onde os visitantes da Casa da Memória são convidados a intervir, conceber, desenhar, construir e reconstruir sobre o território de Guimarães, seguindo a sua própria imaginação. 

 

 

A proposta é oferecer aos cidadãos e aos visitantes da Casa da Memória a possibilidade de pensarem na urbanidade da cidade e nas possíveis configurações que esta poderá ter no seu futuro, seja real ou imaginário. A participação nesta visita orientada é gratuita, limitada à capacidade do espaço.

 

 

No dia 29 de Janeiro, às 10:00 e às 11:30, os mais pequenos e as suas famílias poderão participar na oficina “Cidade de pernas para o ar!”, orientada por Rita Faustino. 

 

 

Poderão ser casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar? Tudo pode acontecer nesta Oficina que propõe pôr a “Cidade de pernas para o ar!”. Os interessados em participar nesta atividade deverão efetuar a sua inscrição, até ao dia 22 de Janeiro.

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