Prestes a iniciar o último trimestre de 2018, chegamos ao fim de Setembro, um mês culturalmente rico.

 

Fim dos festivais de verão e início das temporadas musicais e teatrais. O Infocul iniciou este mês com reportagem em Évora, Alentejo, subimos ao norte e tivemos no Porto, voltámos à capital, atravessámos o rio e fomos à margem sul. Do cante ao Fado, do rock à tauromaquia e passando pelo teatro, estivemos em vários eventos. Não fugimos da linha editorial que defini para este projecto, mas não fecho o projecto em casulos elitistas.

 

 

Hoje tem início a sexta edição do festival de fado em Alfama. Outrora Caixa Alfama, este ano intitula-se Santa Casa Alfama. Sobre o cartaz, a coerência  e a qualidade do certame, farei balanço no final do evento. O Infocul marcará presença com uma cobertura abrangente, ecléctica e coerente, assumo-o desde já com a mesma prontidão que me disponibilizo para as críticas, que irão acontecer, sobre o facto de não darmos destaque a alguns dos concertos deste festival. Mas peço que me digam um, apenas um, órgão de comunicação social que vá fazer reportagem de todos os concertos que ali ocorrerão.

 

Aproveito este editorial também para projectar Outubro. Acreditem, está surpreendente. Muitas entrevistas, alguns artigos de opinião e várias reportagens. Gosto de desafios e em breve poderão existir novidades sobre, ou não, o Infocul. Mas certamente sobre Rui Lavrador, este que vos escreve.

 

 

Tardio, mas não fora de contexto, quero publicamente (já o fiz internamente) agradecer o trabalho que o João Sousa, o Filipe da Silva Coelho, a Cátia Sofia Luís e o Miguel Louro Costa fizeram nos festivais de verão durante os meses de Junho, Julho e Agosto. Foram excepcionais.

 

 

Que venha Outubro!

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