Uma ‘coltura’ com falta de valores num Portugal dos pequeninos…

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Janeiro é sempre daqueles meses que desejamos que passe rápido. Gastámos muito em Dezembro e Janeiro faz-nos apertar o cinto. Engordámos com as especialidades natalícias e toca de fazer dietas. Basicamente, Janeiro é um mês para equilibrar os excessos do final do ano transacto.

 

 

Mas Janeiro pode, e deve, ser também o mês em que mudamos definitivamente o rumo do que fizemos menos bem. Ou por outro lado, e até mesmo como complemento, melhoramos o que de bom já existia.

 

 

A cultura em Portugal atravessa, desde largos anos, uma espécie de tudo mal mas fazendo de conta que está tudo bem. Assessorias que funcionam mal e impedem o acesso da imprensa aos artistas, produtoras que impedem acesso da imprensa a eventos, artistas que promovem um concerto na Chafarica da Esquina como se actuassem no Coliseu dos Recreios e ainda artistas que quase nem promovem concertos fora dos grandes centros urbanos pela vergonha de lá irem actuar.

 

 

Em Portugal somos claramente um país de fachada. Importante é parecer e não ser. O bom senso e a humildade devem ser dois dos guias profissionais e pessoais ao longo do nosso percurso terreno. Permitam-me também que não é o grau académico que define estes dois guias. É algo que vem de berço e infelizmente a maioria das pessoas que vive à custa da ‘coltura’, não teve berço.

 

 

O profissionalismo deve ter como complementos algumas qualidades humanas e isso, caros leitores, rareia na cultura deste país. Na cultura, na politica, e em todas as áreas. Mas também não nos adianta nada reclamar se nada fizermos para mudar a situação. Está em cada um de nós a possibilidade de mudar o país. O mundo mudamos depois…

 

 

 

Em Janeiro, o Infocul apresentou vários conteúdos próprios, tal como havíamos prometido para 2018. Esta dinâmica será para continuar. Os resultados superaram as expectativas. A equipa deste vosso site está de parabéns.

 

 

Em breve, a noção de breve pode ser discutida, apresentaremos uma pesquisa que fizemos a um festival que tem como objectivo promover uma região do país. Os resultados são surpreendentes. Esta e outras novidades estão a ser ‘cozinhadas’, porque para quem acha que só fazemos cultura, também damos uns ‘toques’ no turismo, ou neste caso na gastronomia.

 

 

Reforço votos de um excelente 2018!

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Notícia publicada a 28/01/2018


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