Depois de actuar no NOS Alive, Buba Espinho prepara concertos na Amareleja, CCB e anuncia novo disco para 2019 (C/Som e Fotos)

 

 

 

Buba Espinho actuou no NOS Alive, no Palco EDP Fado Café, sendo um dos destaques da música portuguesa, num festival cada vez mais internacional.

 

 

Em palco apresentou um alinhamento que integrava Fado, Cante e também composições próprias, algo que se reflectirá no “disco que vai sair no próximo ano, é isso que eu quero mostrar às pessoas, a minha história… o cante alentejano é o meu berço e depois quis ser um solista e encontrei no fado essa possibilidade de poder cantar a solo e logo a seguir comecei na área da composição e é isso que eu quero mostrar no meu disco e nos meus espectáculos”.

 

Em termos de espectáculos, revelou que “ vamos ter dia 15 na Amareleja, uma terra perto de Beja, vamos ter dia 29 de Setembro no CCB, e por enquanto a solo são só esses dois”, deixando ainda mais datas em aberto e que poderão ser confirmadas.

 

 

Pese embora cantar desde muito novo, apenas agora o grane público começa a (re)conhecer o seu talento. Mas o que existe do menino que sonhava cantar no Alentejo e o artista que agora pisa alguns dos maiores palcos nacionais? “Eu acho que continua a haver o mesmo sonho e acho que as coisas vão acontecendo naturalmente e com trabalho, não posso descansar, não posso perder o folgo e eu acho que tenho isso desde pequenino, sem fui ambicioso, agora que as coisas estão a acontecer, acho que ainda há muito caminho para percorrer e a continuar a trabalhar ainda mais e é isso que continua comigo, a vontade de trabalhar”.

 

 

Quando questionado sobre a atenção que começa, finalmente, a ser dada ao Cante e ao Alentejo, Buba disse que  “eu acho que era tudo uma questão de tempo e uma questão de oportunidade. Comecei a cantar muito jovem e acho que me sinto um pouco responsável por o cante alentejano ser agora também cantado por jovens, porque as pessoas precisavam de um estimulo que acreditasse, que o cante alentejano é tão musica quanto são os outros géneros musicais e acho que ganha na pureza e ‘genuidade’ que tem, porque os instrumentos são apenas vozes, estejam elas cansadas ou seja como estiver os homens dão tudo pelo cante alentejano”.

 

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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