Expulsa do Big Brother, Luíza Abreu faz apelo emocionado: “Gostava que Portugal me desse a oportunidade que nunca me deram”, disse.
Primeira entrevista após a saída do reality show
Depois de ter sido expulsa na gala do passado domingo, 27 de julho, Luíza Abreu esteve esta segunda-feira, 28, no programa Dois às 10, da TVI, onde falou abertamente sobre o que espera do futuro fora da casa do Big Brother Verão.
No final da conversa com Cláudio Ramos, o apresentador lançou a pergunta: “Luíza, o que é que tu gostavas que acontecesse daqui para a frente?”
A resposta foi clara. “Gostava que Portugal me desse a oportunidade que nunca me deram. Poder trabalhar na área que eu gosto, dançar, teatro musical, que cheguei a fazer cá em Portugal por três vezes, sempre com a mesma companhia, que é a Yellow Star Company, do Paulo [Sousa Costa] e da Carla Matadinho, a quem eu sou muito grata pelas três oportunidades que me deram sempre, fui muito feliz lá. De facto, adoraria”, afirmou a bailarina.
“Sempre quis que olhassem para mim como Luíza”
A profissional da dança explicou que o seu objetivo é singrar na área artística, mas com mérito próprio. “Quero! É o que me faz feliz. Eu sempre tentei isto em Portugal, eu nunca pedi que me associassem a ninguém, eu sempre quis que olhassem para mim como Luíza, porque eu sou Luíza. Agora tenho é família que também trabalha na mesma área, mas isso não quer dizer que eu queira copiar, até porque o talento não se pode comparar de todo”, acrescentou.
Experiência internacional reforça confiança
Luíza Abreu tem trabalhado como bailarina em navios de cruzeiro e contou que essas experiências internacionais ajudaram a reforçar a sua confiança. “Mas depois chegar aos cruzeiros, à América, trabalhar com 7.600 passageiros, já não estou a contar a tripulação, numa língua que não é a minha, e eu cantar e eles aplaudirem de pé e dizerem: ‘Wow! You are amazing!’”, recordou com emoção.
A concluir, fez uma reflexão importante: “E perceber que consigo apresentar game shows, fazer aquilo tudo numa língua que não é a minha, e ainda me aplaudem e dizem: ‘Você é fantástica’. Eu tirei da minha cabeça de uma vez por todas que o problema não é comigo, não sou eu o problema”.
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