Francisco Moita Flores lança novo livro em que aborda o enfarte que sofreu

Francisco Moita Flores lança novo livro em que aborda o enfarte que sofreu, levando ao internamento.

A Casa das Letras edita na próxima terça-feira, 14 de março, “Um Enfarte no Alto do Parque”, de Francisco Moita Flores, testemunho na primeira pessoa sobre o que enfrenta quem sofre um enfarte agudo do miocárdio e como prevenir a “morte súbita”.

Livro com prefácio do cardiologista Diogo Cavaco, que se encontrava na Feira do Livro de Lisboa, no momento dos acontecimentos descritos na obra, e iniciou o processo de reanimação do escritor que teve vários minutos clinicamente morto.

Francisco Moita Flores preparava-se para iniciar uma sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa, no dia 11 de setembro de 2022, quando sofreu um enfarte agudo do miocárdio, ficando em “morte súbita” durante vários minutos.

São raras as vítimas que sobrevivem a este estado clínico, caso não lhe sejam rapidamente ministradas manobras de reanimação.

Graças à pronta reação de populares, equipa Leya e médicos, que, por mero acaso, se encontravam em passeio, no Parque Eduardo VII, e dos serviços do INEM, foi possível reverter a situação.

Moita Flores seria operado de urgência no Hospital de Santa Marta com sucesso ao coração nessa mesma noite e ficou sem mazelas cardíacas.

Resolvi partilhar a minha história, agora que estou praticamente recuperado, querendo contribuir para que uma das principais causas de morte em Portugal possa, de alguma forma, regredir. Eu, pecador inveterado, profissional de tudo quanto é fator de risco, decidi aconselhar os menos avisados. Pelo que este livro também é uma saudade: dos enchidos, do presuntinho, da preguiça, do sal e… do cigarrito”.

FRANCISCO MOITA FLORES é dos autores de língua portuguesa mais conhecido quer pela sua obra literária: A Fúria das Vinhas, Segredos de Amor e Sangue, A Opereta dos Vadios, Mataram o Sidónio!, O Mensageiro do Rei, O Mistério do Caso de Campolide, Os Cães de Salazar, que deu origem à série O Atentado, e A Despedida de Ulisses, entre muitos outros títulos; quer pelos brilhantes trabalhos para cinema e televisão, onde se recordam A Ferreirinha, Ballet Rose, Alves dos Reis, O Processo dos Távora e O Bairro, além da adaptação de clássicos, nomeadamente, de Eça de Queirós, Júlio Dinis e Aquilino Ribeiro.

Mestre na arte dos diálogos, dá corpo e alma às personagens à medida que desenvolve a narrativa dramática, assumindo em cada romance a sua dimensão humanística e de intervenção cívica através de uma forma simples carregada de duplo sentido.

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