Francisco Monteiro: “O Big Brother acaba por me direcionar um bocadinho para a minha vocação”, disse em conversa com Cristina Ferreira.
Francisco Monteiro é capa da edição de fevereiro da revista Cristina.
“O voo mais alto não pode ser o Big Brother. Tem de haver alguma coisa depois disto“, perguntou Cristina Ferreira.
“O Big Brother acaba por me direcionar um bocadinho para a minha vocação“, respondeu Francisco Monteiro.
“Sinceramente, gosto bastante de estar em televisão. Gosto do contacto com as pessoas. O padel tinha isso de mau, era uma profissão solitária. Para mim, o importante é estar perto das pessoas. Faz–me falta. Gosto de entrar em Bucelas [onde são os estúdios da TVI]. Há dezenas de pessoas a passar. Eu sentia que quase adormecia para a vida, como treinador de padel. Faltava-me gente, comunicação. E a televisão é isso. Neste momento, já sinto um bocadinho falta disso“, acrescentou.
Cristina Ferreira recordou um assunto abordado por Zaza no Big Brother: “Vais sempre fazendo o paralelismo entre o que foste e o que o teu irmão conseguiu. Tiveste isso sempre presente na tua vida, que ele estava um passo à tua frente?“.
“No bom sentido. Sempre quis que o meu irmão fosse melhor. Eu vivia mais as vitórias e derrotas dele do que ele próprio. Houve momentos em que pensei que ele se estava a borrifar para a vida. Depois de perder, eu ficava destruído e ele não estava nem aí“, contou Francisco Monteiro sobre o irmão.




