Gafe no cheque de 25 mil euros marca vitória de Rui Freitas na “1.ª Companhia”, segundo foi revelado.
Erro no cartão gigante passa despercebido na final da TVI
Nem tudo correu de forma perfeita na noite em que Rui Freitas venceu a terceira edição de 1.ª Companhia, emitida pela TVI. O músico vizelense, de 31 anos, recebeu o habitual cartão gigante que simbolizava o prémio de 25 mil euros. Contudo, a produção deixou escapar um erro ortográfico.
Embora o valor numérico estivesse correto, o montante por extenso foi mal escrito. Em vez de “Vinte e cinco mil euros”, lia-se “Vinte e CINTO mil euros”. A falha passou por várias mãos sem ser detetada.
Internautas reagem com humor
Entretanto, foi nas redes sociais que o deslize ganhou destaque. Um utilizador, identificado como Cândido Marques, comentou a imagem oficial do vencedor com ironia: “Eh pá, já enganaram o rapaz. ‘Cinto’ muito por ele”.
Logo depois, outro cibernauta acrescentou nova piada: “É para apertar!”.
Assim, o erro rapidamente se transformou num momento de humor online, mesmo sem ter sido referido em direto na emissão.
Festa com a claque e cheque verdadeiro a caminho
Por outro lado, Rui Freitas mostrou-se mais focado na celebração. Uma claque vinda de Vizela percorreu cerca de 340 quilómetros até aos estúdios da Plural, em Bucelas, para apoiar o músico na final.
Além disso, o prémio será entregue através de um cheque verdadeiro, sendo provável que o valor seja transferido por via bancária para evitar novos constrangimentos.
Agenda cheia após a vitória
Enquanto aguarda o pagamento, o artista não tem tempo para descansar. No dia 21 de fevereiro, às 17h00, atuou com a banda 4Mens em Penalva do Castelo, na Feira do Pastor e do Queijo. No dia seguinte, subiu ao palco em Celorico de Beira.
Entretanto, a expectativa é que a vitória traga novos convites e aumente o número de espetáculos no verão. A agenda futura ainda está em aberto, mas há confiança no impacto positivo da participação no programa.
Dias antes da final, Artur Peixoto tinha afirmado: “A vida tem-nos corrido bem. Tínhamos, em média, 60 atuações por ano. Até agora não mudou grandemente o número de concertos agendados. Mas só vamos ter noção disso depois de o Rui sair”.
Agora, após a consagração na 1.ª Companhia, resta perceber se o triunfo televisivo se traduzirá num novo impulso na carreira do músico e da banda.
