João Paulo Sousa recorda momentos complicados com o filho, em entrevista a Júlia Pinheiro.

João Paulo Sousa e Adriana Gomes foram pais em fevereiro.
Ontem, João Paulo Sousa esteve à conversa com Júlia Pinheiro e recordou o difícil parto da mulher, que esteve internada nos cuidados intensivos durante quatro dias.
“Eu ia com a ideia na cabeça: ‘Vamos só ali buscar o nosso filho e depois voltamos para casa e somos felizes’. Não foi assim. A Andreia quando entra no hospital percebeu que estava com pré-eclâmpsia (…) É perigosíssimo, há risco de vida. A tensão está muito alta (…) O parto vaginal é muito mais arriscado. Descobrimos isto tudo no momento em que chegámos lá”, contou.
“Tudo se complicou e arrastou-se muito. Foram mais de 12 horas disto, é muito desgastante”, acrescentou.
“Não aconteceu da maneira que sonhámos. Para a Andreia foi como se lhe tivessem pregado uma rasteira, o tempo todo. Ela acabou por ser um bocadinho passiva em relação a esse ato, foi sedada”, referiu.
Depois do parto, existiram novos momentos de aflição.
“A Adriana teve outra complicação que se chamada Síndrome de Hellp, que é uma falência dos rins. Ela basicamente saiu dali diretamente para os cuidados intensivos, onde esteve durante quatro dias”, explicou.
Já com o bebé no quarto, João Paulo Sousa “não sabia como a mãe estava”.
“Isso foi o que me custou”, assumiu.
“Eu não dormi, queria ver se ele estava a respirar, se ele estava bem e pensava como a mãe estava. Não tinha informação nenhuma. Era suposto aquela ser a melhor noite da minha vida, foi a pior noite da minha vida”, destacou.
Contou tudo isto, com o objetivo de “avisar outras pessoas que é possível não correr bem”.
“Atenção à tensão durante todo o parto, não romantizar assim tanto esta altura e mesmo o pós-parto, a privação do sono”, rematou.



