Jornalista confronta Catarina Miranda após reportagem sobre casinos ilegais: “Não faz sentido nenhum fazer este tipo de publicidade”, disse.
A segunda parte da investigação do canal NOW sobre a promoção de casinos ilegais voltou a centrar atenções em Catarina Miranda. A ex-participante do Big Brother Verão foi a única figura visada que aceitou prestar declarações à jornalista Cláudia Rosenbusch.
O tema gerou novo debate no final da emissão.
“Teve a coragem de falar”
Logo após a exibição da reportagem, Cláudia Rosenbusch começou por reconhecer a disponibilidade de Catarina Miranda para abordar o assunto publicamente.
“Deixa-me louvá-la, pelo menos teve a coragem de falar e disse que ia ver a reportagem e que depois tiraria as suas conclusões“, afirmou.
Assim, a jornalista sublinhou a abertura demonstrada pela influenciadora ao aceitar comentar o caso.
“Não faz sentido nenhum”
Contudo, a posição da repórter foi clara quanto à natureza da publicidade em causa. Em direto, deixou um apelo explícito à ex-concorrente.
“Eu espero, de facto, Catarina, que tire as conclusões certas: de facto, não faz sentido nenhum fazer este tipo de publicidade“, declarou.
Deste modo, reforçou a crítica à promoção de plataformas que não estão legais para operar em Portugal.
“Toda a gente sabe que não é legal”
Além disso, Cláudia Rosenbusch analisou as próprias palavras de Catarina Miranda durante a entrevista. Para a jornalista, houve sinais de contradição.
“Não acha nada [que é legal]. Aliás, até traiu-se, porque a dada altura disse que o Instagram foi abaixo, mas não sabe se foi só por causa disto. Portanto, se foi só por causa disto, é evidente que sabe que não é legal. Toda a sabe que não é legal, eles sabem perfeitamente que não é legal, agora tentam-nos convencer“, afirmou.
Assim, a jornalista defendeu que existe consciência da ilegalidade associada às plataformas promovidas.
A investigação do NOW continua, entretanto, a alimentar o debate público sobre a responsabilidade dos influenciadores digitais na divulgação de jogos online considerados ilegais em território nacional.
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