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Jovem que denunciou Pedro Pico pode sofrer consequências

Jovem que denunciou Pedro Pico pode sofrer consequências, segundo foi ontem revelado no Noite das Estrelas, da CMTV.

Pedro Pico foi denunciado por um antigo colaborador, por alegadamente ter vendido uma mala Louis Vuitton de Lady Betty Grafstein.

Nesse sentido, no ‘Noite das Estrelas’, a apresentadora Maya referiu: “sabemos que os advogados de Lady Betty já entraram com um processo de crime por furto e abuso de confiança contra Pedro Pico“.

Ontem, o antigo colaborador de Pedro Pico, o responsável pela denúncia, esteve em direto no ‘Noite das Estrelas’.

Assim, Gabriel Braga disse: “trabalhei com o Pedro Pico desde meios de maio até a dia 31 de julho. As minhas funções encerraram com o Pedro Pico a partir do momento que Pedro Pico, como já todos sabem, tem vários problemas com o álcool. Tornou-se uma pessoa manipuladora, totalmente agressiva. Inclusive, uma das vezes eu tive de me esconder num dos quartos que havia na casa que estava livre”.

Foi dia 30 de junho, quando o Pedro lembrou-se que teria esta mala na loja que teria de ir buscar, pelo visto que esta mala já estaria há mais ou menos, sensivelmente, um ano em Paris a ser arranjada e que a mesma voltou para a loja na Avenida da Liberdade, na qual ele lembrou-se e disse, mas tenho esta mala para ir buscar, que era do meu avô, e eu desloquei-me com ele. Então, a loja, na qual até os funcionários ficam muito surpreendidos, porque realmente é uma mala muito antiga, com muita história, não é? E eu, aos poucos, eu fui analisando a história desta mala, fui verificando fotos”, referiu.

Seguidamente, destacou: “o Pedro tratava tudo dos anúncios, o Pedro pedia meramente as fotos dos ângulos da mala e de várias partes da mala, para inclusive… Para ele pôr a mala nesses anúncios. Esses anúncios, como todos devem saber, está em nome da senhora Maria Teresa, mãe do Pedro, porque o Pedro nunca revela o nome dele em qualquer anúncio que faz, pretende sempre prejudicar alguém para que o seu nome nunca venha a meio ao saber-se destas circunstâncias.

Inclusive já há dois dias, sucessivamente, recebi mensagem. A mensagem do Pedro a acusar-me de roubo. Roubo esse de jantares que o Pedro organizava para hóspedes e que recebia em dinheiro. Sim, é verdade que eu fiquei com 120 euros porque o Pedro estava fora. Entreguei ao Pedro 120 euros quando o Pedro estava alcoolizado e na qual o mesmo acusa-me de outros apreciamentos, como, por exemplo, o meu portátil de trabalho que deixei no escritório e que está no escritório e na qual ele me ameaça num pedido de indemnização no valor de 30 mil euros, por divulgação destes dados da mala“, continuou.

Ele tenta intimidar sempre, inclusive mandou-me mensagens no WhatsApp na qual eu disse, ‘já que estás a pensar fazer um processo contra mim, peço que qualquer contacto não seja via WhatsApp, mas sim via e-mail’ e na qual ele fala sempre“, disse ainda.

Em reação a estas revelações, Zé Gouveia aconselhou o jovem: “a informação para lhe dar é que eu ainda estou sobre um contrato de confidencialidade de uma empresa que eu já não trabalho há dois anos. Portanto, e o contrato mantém-se. Eu não posso abrir… a minha indemnização era uns 50 mil.”

Teresa Guilherme disse: “é um testemunho corajoso. A gente tem que agradecer ao Gabriel vir contar a sua história. É sempre louvável, mas acho que ele está metido numa alhada com esta história de contrato. Muito sinceramente, acho que os contratos não se assinam, depois não se assinam, porque nós nos aborrecemos com… Estas cláusulas de sigilo são para se cumprir. Se não, toda a gente que acabasse um contrato ou se aborrecesse com o seu patrão, viria contar toda a história. Portanto, Gabriel, é melhor arranjar um advogado, diria eu”.

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