Mara Pimenta: “Foi sem dúvida uma lide sonhada, foi um touro que me permitiu dar espectáculo”, disse em declarações ao Infocul.

Entrevista e Fotografia: Roberto Pingas Rodrigues
Texto: Rui Lavrador
Mara Pimenta tomou a alternativa como cavaleira profissional, na tarde deste domingo, na Arena de Almeirim.
Lidou um touro da ganadaria Passanha, marcado com o número 2 e com 510 Kg.
Um cartel rematado com os cavaleiros Luís Rouxinol, Ana Batista, João Moura Jr., Marcos Bastinhas e Francisco Palha, frente a touros de diferentes ganadarias. As pegas ficaram a cargo dos forcados de Santarém e Coruche.
No final da sua actuação, Mara concedeu declarações ao Infocul.pt.
“Foi sem dúvida uma lide sonhada, foi um touro que me permitiu dar espectáculo, com alegria. Foi um sentimento incrível dentro de praça, um arrepio, uma coisa explicável que nunca tinha sentido. Não tenho palavras, mas estou feliz com a minha actuação“, começou por dizer.
Sobre o touro que lhe calhou em sorte, referiu: “Era um bocadinho mal visto, mas com muita qualidade, nobreza, penso que foi um bom touro“.
Nesta corrida, Mara estreou uma nova casaca e explicou o significado da mesma: “Foi uma casaca que mandei propositadamente fazer para a minha alternativa, é cor de vinho, porque é um cor carismática aqui na minha terra, Almeirim, e é isso“

