Maria Botelho Moniz emociona no último especial da “1.ª Companhia” e destaca impacto nacional do programa, ontem à noite.
Apresentadora faz balanço antes da grande final
O derradeiro especial da 1.ª Companhia, antes da grande final, ficou marcado pelas palavras de Maria Botelho Moniz. No fecho da emissão, a apresentadora dirigiu-se aos recrutas e à equipa militar, deixando um balanço carregado de orgulho.
Desde logo, destacou o significado pessoal de conduzir o formato ao longo das últimas semanas. Em direto, afirmou:
“Eu não sei se vou ter oportunidade amanhã de vos dizer a todos, mas dar a cara por este programa foi para mim um prazer, uma honra e um privilégio. É sempre assim que eu termino as galas e todos os programas que faço e não se aplica tão bem como se aplica a este programa”.
Assim, deixou claro que esta edição teve um peso especial no seu percurso profissional.
Impacto junto das forças armadas e do público
Além da emoção, Maria Botelho Moniz sublinhou o alcance do programa fora da televisão. Segundo a própria, a receção por parte de militares e ex-militares foi particularmente significativa.
A apresentadora revelou:
“Acho que honrámos uma instituição, orgulhámos quem a representa aqui deste lado. Recebi dezenas de mensagens de militares, de ex-militares, a agradecer aquilo que fazemos aqui todos os dias, aquilo que mostramos, os valores que demonstramos e tudo aquilo que esta instituição representa”.
Desta forma, destacou o reconhecimento obtido junto de quem vive diariamente a realidade retratada no programa.
“Fomos máscara de Carnaval”
Entretanto, o sucesso também se fez sentir nas ruas. Maria Botelho Moniz partilhou um exemplo concreto do impacto mediático alcançado pelos participantes.
Perante os finalistas, comentou:
“Sei que vocês falaram de Carnaval aí dentro. Fomos máscara de Carnaval e acho que não há maior elogio do que este em vários pontos do país. E as pessoas nunca me abordaram tanto acerca de um programa como com a Primeira Companhia”.
Por conseguinte, deixou evidente que o formato ultrapassou o espaço televisivo e entrou no quotidiano dos portugueses.
“Os astros alinharam-se”
Já na reta final do discurso, a apresentadora destacou a química entre todos os envolvidos. Para Maria Botelho Moniz, o sucesso resultou da combinação certa de pessoas e circunstâncias.
Confessou aos concorrentes:
“Isto fazia-se com outras pessoas, mas não seria a mesma coisa. Bastava uma peça deste puzzle ser diferente para tudo isto ter corrido de uma ou outra forma. Mas esta máquina tão bem oleada acho que foi o que tinha que ser. Os astros alinharam-se, tínhamos os instrutores certos, o comandante certo, os recrutas certos e tudo isto deu certo”.
Assim, atribuiu o êxito da temporada ao equilíbrio entre produção, instrutores e participantes.
Agradecimento final aos instrutores
Por fim, Maria Botelho Moniz deixou um reconhecimento especial à equipa militar que acompanhou os recrutas ao longo da experiência.
Concluiu com palavras dirigidas ao comandante e aos instrutores:
“Obrigada ao nosso comandante que tão bem faz isto e que venham mais edições com ele a comandar-nos e obrigado aos nossos instrutores que estão completamente fora daquilo que é a sua zona de conforto, mas que deram sempre o seu máximo e que foram umas verdadeiras estrelas desta companhia. Têm clubes de fãs e tudo para que vocês saibam, seus recrutas. Há milhares de fãs dos nossos instrutores e isso deixa-me mesmo muito, muito feliz”.
Desta forma, o último especial antes da final ficou marcado por um discurso de gratidão e celebração. A poucas horas da decisão final, a “1.ª Companhia” despede-se com a sensação de missão cumprida e impacto consolidado junto do público.
