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Maria Botelho Moniz emociona-se na final da 1.ª Companhia e presta homenagem aos recrutas: “Sem vocês, fazia-se. Mas não era a mesma coisa”

Maria Botelho Moniz emociona-se na final da 1.ª Companhia e presta homenagem aos recrutas: “Sem vocês, fazia-se. Mas não era a mesma coisa”, disse.

Discurso marcou encerramento da edição na noite do 33.º aniversário da TVI

A final da 1.ª Companhia ficou assinalada por um momento de forte emoção protagonizado por Maria Botelho Moniz. A apresentadora encerrou o reality show militar com um discurso de despedida que refletiu sobre o impacto do formato e destacou todos os que fizeram parte do projeto.

A noite teve um simbolismo adicional, uma vez que coincidiu com o 33.º aniversário da TVI.

“Senti o peso da responsabilidade”

Logo no início do discurso, Maria Botelho Moniz recordou o desafio de assumir um formato com história na televisão portuguesa. “Quando me disseram que íamos trazer de volta a 1.ª Companhia 20 anos depois, eu senti o peso da responsabilidade. É um programa icónico, um formato que marcou na altura em que foi feito e mais ainda me pesou porque foi belissimamente apresentado pela generala Júlia Pinheiro, na altura, que é uma mulher que eu admiro imenso e é uma referência para mim”, afirmou.

Assim, a apresentadora reconheceu a herança deixada pela primeira anfitriã do programa e a pressão sentida ao aceitar o convite.

Apesar disso, garantiu que o resultado final superou as expectativas, descrevendo a experiência como um projeto que encaixou de forma natural entre equipa, recrutas e público.

Homenagem aos recrutas e à equipa

Num gesto de humildade, Maria Botelho Moniz desviou o foco de si própria e destacou o trabalho do comandante, dos instrutores e das enfermeiras da Quinta dos Melos.

Além disso, fez questão de mencionar um a um os catorze recrutas que aceitaram o desafio. “O meu obrigada maior vai para a Andreia, o Filipe, a Joana, a Quina, o Manel, a Noélia, o Nuno, o Pedro, o Rodrigo, o Rui, a Sara, a Soraia Carrega, a Soraia Sousa e ao Valter. Sem vocês, fazia-se. Mas não era a mesma coisa”, declarou.

O momento culminou com um apelo para que o público em estúdio se levantasse, resultando numa ovação em pé que encerrou oficialmente a temporada.

“Foi uma grande responsabilidade”

Já após a emissão que consagrou Rui Freitas como vencedor, a apresentadora falou à equipa digital da TVI e fez um balanço do percurso. “Este projeto foi muito especial, foi uma grande responsabilidade trazer de volta um formato que não era feito há 20 anos e foi um projeto bonito”, sublinhou.

Por outro lado, destacou a diferença deste reality face a outros formatos do género. “Às vezes pensamos nos realities como formatos que trazem muita discussão, que trazem concorrentes aguerridos nesse sentido e acho que aqui mostrámos que há espaço para tudo e há espaço também para a camaradagem e para um espírito de grupo, um espírito de corpo, como eles costumam dizer, e que as pessoas gostaram mesmo de ver”, explicou.

“Vou sentir saudades de tudo”

Com o fecho da base militar, surge também o sentimento de nostalgia. Questionada sobre o que mais lhe fará falta, Maria Botelho Moniz foi clara: “Vou sentir saudades deles todos, vou sentir saudades de rir com os nossos instrutores e o nosso comandante e as nossas enfermeiras, que foram maravilhosas. Vou sentir saudades destes domingos com esta plateia, vou sentir saudades de tudo no fundo”.

Desta forma, a final da 1.ª Companhia não ficou apenas marcada pela vitória de Rui Freitas, mas também por um discurso que reforçou o espírito de grupo vivido ao longo das últimas semanas na Quinta dos Melos.

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