Maria Botelho Moniz revela cansaço após o “Big Brother Verão”: “Fazia mais um ano, mas estou cansada”, disse.
Final do reality show acontece esta sexta-feira
O “Big Brother Verão” chega ao fim já nesta sexta-feira, dia 12, depois de várias semanas intensas na antena da TVI. A condução do programa ficou a cargo de Maria Botelho Moniz, que agora faz o balanço deste desafio profissional.
“Mergulhei a 100%”
Em conversa com os jornalistas, a apresentadora assumiu o cansaço acumulado: “Fazia mais um ano de ‘Big Brother’, mas estou cansada. É um projeto muito, muito exigente. Acho que qualquer apresentador que já passou por um reality show pode confirmar isto. Mergulhei a 100%, daí estar tão cansada.”
Orgulho em fazer parte da equipa
De seguida, destacou a experiência vivida nos bastidores: “Foi exatamente o que imaginei. É uma máquina muito grande e desafiante. E é incrível, para quem gosta de televisão, ver como essa máquina é por dentro, como funciona, como as coisas são pensadas. Por vezes, quando se vê de fora, parece óbvio, mas não é assim tão óbvio. E é um orgulho ter feito parte desta equipa.”
Reconhecimento do público e dos colegas
Maria Botelho Moniz mostrou-se também agradecida pelo apoio recebido: “Sou muito sortuda: senti que o público estava comigo desde que foi anunciado que seria eu a apresentar esta edição do ‘Big Brother’. E sinto que o público não me largou. Continuo a receber mensagens de carinho. Acho que o público ficou contente com o meu desempenho. Espero ter ficado à altura.”
Além disso, recordou elogios de figuras conhecidas da televisão: “O público é o nosso patrão – se gosta, fico descansada. Por outro lado, ouvir profissionais de peso, que já passaram por aquele papel… O Cláudio [Ramos] disse-me palavras bonitas, a Cristina [Ferreira], o Manuel [Luís Goucha], a Júlia [Pinheiro]… São pessoas com carreiras incríveis e fico muito contente e orgulhosa.”
A maior dificuldade
Por fim, a apresentadora partilhou o aspeto mais desgastante desta experiência: “O que me consome mais é que eu ouvi as vozes deles [dos concorrentes] durante muitas horas e todos os dias. E isso suga um bocado a energia: em casa, tinha o televisor no TVI Reality; no carro, punha no telemóvel para ouvi-los; no supermercado, estava com os fones a ouvi-los… Ouvi-os o máximo de horas possível todos os dias. Acho que é o mais difícil: desligar do que se passa lá dentro e ter noção de que não estou a viver com eles.”




