
Marta Gil assume que como comentadora “vou tomar partidos de certeza absoluta”, revelou.
Marta Gil ocupou o lugar deixado por ‘A Pipoca Mais Doce’ ao lado de Flávio Furtado nas galas do Big Brother Famosos.
“Não demorei muito tempo a dizer que sim. Disse: ‘Vou pensar um bocadinho. E depois, do outro lado, ouvi: ‘De certeza? Nós queremos a Marta que é mais fervorosa a responder. E pensei: ‘Então vamos a isso. Bora“, começa por contar Marta Gil.
“Estou nervosa! É um papel bastante diferente. Sinto que agora sou uma espectadora, não sinto as coisas da mesma forma e, ao mesmo tempo, sei o que é estar ali dentro. E um conjunto de fatores que fazem esta experiência ser completamente nova, mas tenho a certeza que vou estar à altura“, acrescentou.
“Tenho a plena consciência de quem é que ocupava aquela cadeira antes de mim. Tenho muito respeito e admiração pela ‘Pipoca’. Não quero que haja comparações, não vim aqui para tomar o lugar de ninguém. Não vou imitar ninguém, vou ser eu, com a minha forma de ser, com o meu jeito de olhar para as coisas, com a minha forma, às vezes, um bocado espalhafatosa de falar. Espero que as pessoas respeitem isso e parem de fazer comparações entre mulheres, que é muito chato e muito triste“, apelou perante a apresentadora Cristina Ferreira, durante a gala.
“Estar deste lado é mais fácil. Aqui não estou propriamente a passar pelas situações, estou só a observá-las. Não sinto tanto as coisas. Quero dizer o que penso de forma clara e bastante acutilante. Sem filtro! Vou dar sempre o meu ponto de vista, dizer o que eu acredito e vou mostrar às pessoas aquilo que elas já estão habituadas a ver de mim”, continuou
Quanto ao parceiro no sofá, revela: “O Flávio [Furtado] está a ajudar-me imenso. Acho que vamos dar uma óptima parelha. E, acima de tudo, espero divertir-me e divertir os outros”.
“Adoro a Marie! E acho que o Marco também vai ser uma figura importante“, revelou.
“A Sara Aleixo tem dado alguns tiros nos pés. Não lhe tem corrido nada bem… E a Mafalda Matos tem de parar um bocadinho com aquela coisa da terapia, porque isto não é um retiro espiritual, é um programa de entretenimento. Ela tem de ser um bocadinho mais contida: adaptar-se mais e impor-se menos“, contrapôs.
“Vou tomar partidos de certeza absoluta“, rematou.




