Não se deixe levar pelo contágio alheio!

Não se deixe levar pelo contágio alheio! Um artigo de Raul Tartarotti.

A Sociedade Teosófica é um núcleo da Fraternidade Universal da Humanidade, sem distinção de raça, credo, sexo, casta ou cor.

 Pode ser considerada uma das poucas democráticas disponíveis a todos os povos. Ela encoraja o estudo da Religião comparada a Filosofia e Ciência, e Investiga as leis não explicadas da Natureza, e os poderes latentes no homem.

Ela não impõe nenhuma crença sobre seus membros, que se unem espontaneamente pelo objetivo comum de buscar a Verdade e o desejo de aprender o significado e propósito da existência humana, dedicando-se ao estudo, reflexão, pureza de vida e serviço voluntário.

A Sociedade enfatiza a liberdade de pensamento, da pesquisa, e do debate, um pouco raro de encontrarmos em qualquer esquina.

Uma das cofundadoras foi Elena Petrovna Blavátskaya, escritora Russa, com personalidade complexa, dinâmica e independente, que morreu em 8 de maio de 1891. Depois de um casamento frustrado ela deixou o esposo e partiu em um longo período de viagens por todo o mundo em busca de conhecimento filosófico, espiritual e esotérico, e passou por inúmeras experiências fantásticas porque acreditava na importância da procura pela verdade, através da troca de ideias e não apenas seguir o que lhe apresentavam como definido. 

Belo exemplo de alguém que lutou por suas crenças, mesmo após um nascimento frágil onde foi pequena, fraca, e quase não sobreviveu, sendo batizada no dia seguinte porque os pais imaginavam que não duraria muito.

Como o sentido da vida se divise em 2 partes, onde a primeira é vingar como criatura com saúde, Elena conseguiu. A segunda, é se encontrar com maturidade e clareza, ela atingiu os dois.

Não é sempre limitada em dois estágios essa receita, poderíamos incluir os anos de vivência, sofrimento e avanços.

Como foi a vida de outra figura histórica, importante na literatura mundial, que ainda menina ficou pelo caminho, mas deixou sua marca, junto a uma história única para contar. Foi Annie Frank. Escritora que conseguiu com que suas palavras se tornassem livro, graças a gentileza de seu pai. Ela descreveu seus dias no esconderijo em Amsterdam, no precioso diário intitulado “Diário de Annie Frank”, onde descobrimos seu desejo em escrever, bem antes de ser levada pelo III Reich e morrer de tifo no campo de concentração.

– “Não quero ter vivido em vão como a maioria das pessoas” (Annie Frank).

Pegue um pouco de Elena ou Annie e jogue fora outras coisas com a água do balde.

 Não se deixe levar pelo contágio alheio, ele sempre tem uma preferência, que não é você.

Nota: Texto redigido em Português do Brasil.

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