NAPA com noite de consagração no Coliseu de Lisboa, realizado perante casa cheia, ontem, a 30 de Janeiro de 2026.
Fotografias: João de Sousa
A estreia em nome próprio dos NAPA no Coliseu de Lisboa ficou marcada por casa cheia e um alinhamento pensado ao detalhe. O concerto realizou-se a 30 de janeiro e confirmou o crescimento do projeto madeirense.

Depois do impacto mediático no Festival da Canção, a banda apresentou-se pela primeira vez num grande palco lisboeta com espetáculo próprio. Em destaque esteve “Deslocado”, tema que se tornou o primeiro single de ouro do grupo.
Primeira grande noite em nome próprio
Antes de mais, o concerto simboliza uma nova fase na carreira da banda. Até aqui, os NAPA tinham consolidado público em clubes, teatros e festivais.

Agora, a atuação no Coliseu representou um salto de dimensão. Antes, na semana passada, já haviam atuado no Coliseu do Porto. Consequentemente, o repertório percorreu diferentes momentos do catálogo do grupo, misturando canções mais intimistas com momentos de maior energia.
Alinhamento percorreu êxitos e novidades
Entretanto, o espetáculo contou com “Jeito Pra Tudo”, seguindo-se “Enredos” e “Amor de Novo”. Depois, surgiram “Ficamos Assim”, “Coisas Simples” e “Assim Sem Fim (ft. Silly)”.

Além disso, houve espaço para “Lembra” e um “Interlúdio”, antes de “Gigantes (B. Pessoa + Flute)” e “Infinito (ft. Van Zee)”.

Nesse sentido, tempo para “Não Admira”, novo “Interlúdio” e “Na Lua”. Seguiram-se “Aparentemente”, “Areia”, “Senso Comum” e “Luz do Túnel”.

Por fim, “Deslocado” marcou um dos momentos mais aguardados da noite. O alinhamento fechou com “Se Eu Morresse..”, “760” e “Vasse Lá Lém”.









