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Nininho Vaz Maia continua com a vida “em suspenso” cinco meses após ser constituído arguido por tráfico de droga

Nininho Vaz Maia continua com a vida “em suspenso” cinco meses após ser constituído arguido por tráfico de droga, segundo foi revelado na CMTV.

Cantor aguarda decisão sobre possível acusação ou arquivamento do processo

O cantor Nininho Vaz Maia continua sem novidades sobre o processo judicial em que está envolvido por suspeitas de pertencer a uma rede internacional de tráfico de droga. A atualização foi dada esta segunda-feira, 6 de outubro, no programa “Noite das Estrelas”, da CMTV.


“Está há cinco meses com a sua vida em suspenso”

Durante a emissão, Maya recordou o momento em que o artista foi surpreendido pela Polícia Judiciária no passado mês de maio.
“Está há cinco meses com a sua vida em suspenso, suspeito de pertencer a uma rede internacional de tráfico de droga. Foi alvo de buscas em casa, há cinco meses, quando estava à mesa a tomar o pequeno-almoço com a mulher e os filhos. Nessa manhã, foi surpreendido por inspetores da Polícia Judiciária da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes.”, afirmou a apresentadora.

De acordo com a informação avançada, as autoridades investigam alegadas ligações do cantor ao transporte de droga entre Portugal e França, ocorrido há cerca de três anos.


“Cinco meses é muito tempo na vida de uma pessoa”

Maya sublinhou que, até ao momento, Nininho Vaz Maia continua sem saber se será acusado ou se o processo será arquivado.
“Passados cinco meses, Nininho Vaz Maia não sabe se haverá uma acusação ou arquivamento do processo. Recordamos que está suspeito de transporte de droga entre Portugal e França, há três anos, e que o cantor também tenha usado contas pessoais para esconder elevadas quantias. Mas a verdade é que já lá vão cinco meses e nada mais se soube. Cinco meses é muito tempo na vida de uma pessoa, são muitos dias, muitas horas.”, destacou.


“As investigações raramente terminam dentro do prazo”

Carlos Anjos, comentador do painel, explicou que a demora nas investigações é comum em casos internacionais, sobretudo quando é necessário cruzar dados entre diferentes países.
“As investigações, a partir do momento em que há arguidos, deveriam ser concluídas no prazo máximo de nove meses. Mas raramente, no caso então de tráfico internacional. Nós temos uma lei que é preparada ou que vive quando os países tinham fronteiras. Hoje o crime é global, portanto se a investigação em Portugal é mais fácil de fazer se tudo estiver cá dentro do país, a partir do momento em que nós temos que cruzar dados com aquilo que vem de fora do país, a situação complica-se.”, explicou.

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