Pedro Chagas Freitas deixa reflexão intensa nas redes: “Não gosto que me entendam; gosto que me sintam”

Pedro Chagas Freitas deixa reflexão intensa nas redes: “Não gosto que me entendam; gosto que me sintam”, assinalou.

Escritor partilha texto sobre identidade, liberdade e emoção

Desta vez, a mensagem surgiu sem filtros. Pedro Chagas Freitas voltou a recorrer às redes sociais para publicar uma reflexão pessoal, centrada na forma como deseja ser visto — ou melhor, sentido.

Além disso, o tom intimista e quase poético captou a atenção de leitores. Em poucas linhas, o autor questiona a necessidade de explicações racionais e defende a experiência emocional.

Logo a abrir, resume a ideia principal:
“Não gosto que me entendam; gosto que me sintam.”

Contra rótulos e interpretações fechadas

Em seguida, o escritor afasta a ideia de análise excessiva. Para ele, as palavras nem sempre conseguem traduzir o que realmente somos.

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Assim, escreve:
“O que sou é o que desliza nas entrelinhas, o que escapa aos olhos de quem tenta compreender. As palavras que uso nunca chegam. São insuficientes, pequenas.”

Por isso, rejeita tentativas de explicação ou catalogação. Como reforça:
“Não me traduzam. Não me analisem. O que quero é que me sintam.”

Identidade além da lógica

Entretanto, o autor descreve-se como algo mais instintivo do que racional. A identidade, segundo a reflexão, não cabe em definições arrumadas.

Nesse sentido, acrescenta:
“Não sou uma soma de pensamentos; sou um pulsar desordenado que não sabe pedir permissão para existir.”

Além disso, utiliza uma metáfora clara para ilustrar essa liberdade:
“Entender é uma gaiola. Eu quero voar.”

Recusa do “laço bonito”

Por outro lado, Pedro Chagas Freitas critica a pressão para ser previsível ou facilmente compreensível. Prefere a imperfeição à organização forçada.

Como escreve:
“Querem-me compreensível, arrumado, com um laço bonito. Fiquem com o laço; eu quero é o nó.”

Por fim, termina com uma frase direta, quase em tom de desafio:
“Sente-me ou vai-te embora.”

Novo livro já nas livrarias

A publicação surge acompanhada da referência ao mais recente trabalho do autor, “O Hospital de Alfaces”, disponível em hipermercados e livrarias.

Deste modo, entre poesia e provocação, o escritor volta a apostar numa escrita emocional. A mensagem é clara: mais do que compreender, importa sentir.

Veja a publicação AQUI.

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