Domingo, Outubro 17, 2021

Protesto: APEFE faz “delivery de Cultura” ao Primeiro-Ministro e Presidente da República

A APEFE- Associação de Promotores de Espectáculos, Festivais e Eventos, emitiu um comunicado a dar conta de mais críticas ao governo e de uma tomada de posição.

 

Mais um pacote de medidas anunciadas onde a Cultura continua a ser ignorada.
Mesmo depois do dia 1 Junho, data a partir da qual o sector conseguiu retomar uma parte da sua actividade, a Cultura é hoje o sector económico mais afectado pela pandemia COVID-19, registando uma quebra de 90% nas suas receitas.
Nestes últimos meses, promotores, salas de espectáculos, artistas, autores, técnicos, agentes, empresas de audiovisuais e equipamentos e todos os trabalhadores da Cultura, têm cumprido rigorosamente as regras definidas pela DGS, dando um exemplo de responsabilidade e civismo e demonstrado que a cultura é segura!
Nos últimos 28 dias fomos novamente proibidos de trabalhar em 12 deles, sem que tenham sido por isso anunciados apoios especiais para a Cultura, tal como foram, e bem, para outros sectores de actividade.
Os apoios até agora anunciados foram insuficientes para garantir a sobrevivência de milhares de trabalhadores e centenas de empresas.
Ninguém sobrevive a uma quebra de 90%!
A cultura não existe em take-away, delivery ou teletrabalho.
Estamos cansados de esperar.

Na próxima 3ª feira, dia 8 de Dezembro, a APEFE vai fazer uma “delivery de Cultura” ao Senhor Primeiro-Ministro, no Palácio de São Bento, e ao Senhor Presidente da República, no Palácio de Belém, mostrando aquilo que a cultura não consegue nem nunca poderá ser.

Continuamos à espera da resposta: Quem assume a decisão de acabar com a Cultura?

A DIRECÇÃO DA APEFE

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