Reportagem: Montepio às vezes o amor revela convidadas de Jorge Palma

Reportagem: Montepio às vezes o amor revela convidadas de Jorge Palma, para concertos em Lisboa e Porto.

Reportagem: Montepio às vezes o amor revela convidadas de Jorge Palma

Entrevista: Rui Lavrador
Fotografias: Rute Nunes e Carlos Pedroso

O espaço Atmosfera M, em Lisboa, recebeu, ontem, a apresentação da 9ª edição do festival Montepio às vezes o amor.

O evento integra concertos de inúmeros artistas que têm pautado a banda sonora dos portugueses ao longo dos últimos anos

Uma das novidades da programação deste ano prende-se com os concertos de Jorge Palma em Lisboa e Porto.

- Publicidade -

Jorge Palma subirá ao palco do Sagres Campo Pequeno, em Lisboa, no dia 11 de Fevereiro e do Coliseu Porto AGEAS, no dia 14 de Fevereiro, para estrear o inédito “As Canções de Amor de Jorge Palma”.

Em palco, Jorge Palma será acompanhado por uma orquestra dirigida pelo Maestro Cesário Costa e pelas cantoras Marisa Liz, Márcia e A garota não, que, juntamente com o músico, vão percorrer um repertório de canções de amor cuidadosamente escolhidas para a ocasião e que vão encher de emoções as plateias do Campo Pequeno e do Coliseu do Porto.

Os bilhetes podem ser comprados AQUI.

Na apresentação do festival, houve um showcase de Neev.

Agenda do Festival:

11/02 Aurea – Altice Forum Braga
11/02 Syro – Auditório Carlos do Carmo, Lagoa
11/02 As Canções de Amor de Jorge Palma – Campo Pequeno, Lisboa
11/02 Fernando Daniel – Teatro Virgínia, Torres Novas
11/02 GNR – Centro Cultural de Viana do Castelo
11/02 João Pedro Pais – Europarque, Santa Maria da Feira
11/02 Mafalda Veiga – Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco
11/02 NEEV – Auditório Municipal do Peso da Régua
11/02 Pedro Abrunhosa – Teatro Municipal de Vila do Conde – Sessão Dupla
12/02 Luísa Sobral– Centro Cultural e Congressos, Caldas da Rainha
14/02 As Canções de Amor de Jorge Palma – Coliseu Porto AGEAS
14/02 Cristina Branco & João Paulo Esteves da Silva – Teatro Sá da Bandeira, Santarém
14/02 Lena D’Água – Teatro Tivoli BBVA, Lisboa
14/02 GNR – Teatro Aveirense, Aveiro
14/02 Paulo Gonzo – Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

[Best_Wordpress_Gallery id=”5051″ gal_title=”Apresentação Montepio as vezes o amor 2023″]

O facto de termos um naming sponsor como a Associação Mutualista Montepio é essencial

Em declarações ao Infocul, Luís Pardelha, da Produtores Associados, destacou o ecletismo do festival, a importância do apoio da Associação Mutualista Montepio e ainda a estreia de dois artistas no certame, que decorrerá entre os dias 11 e 14 em várias cidades de Portugal Continental.

Nós temos a sorte, porque é mesmo uma sorte, de mesmo durante os dois anos de pandemia que ultrapassámos, de ter conseguido realizar o festival. Com as limitações impostas na altura, mas este festival foi dos poucos bafejados por essa sorte na altura“, começou por dizer.

A seleção para o cartaz deste ano foi muito no seguimento dos anos anteriores, ou seja, há um misto de artistas consagrados e de artistas jovens que estão a despontar ou já mesmo a actuar como consagrados. Isso faz parte do ADN do festival, desde a primeira edição que tem sido sempre uma mistura entre consagrados e artistas novos. Este ano temos dois artistas que nunca actuaram no festival e estreiam-se: o Syro e o Neev“, referiu.

Por entre os vários concertos do certame, destacou o de Jorge Palma, “que este ano desafiámos a fazer um espectáculo diferente, que são “As canções de Amor de Jorge Palma”, acompanhado de uma orquestra liderada por Cesário Costa, além de três convidadas que são a Márcia, a Marisa Liz e A Garota Não, precisamente para tentarmos de alguma forma inovar. Mesmo os artistas que repetem no cartaz ano após ano, tentam também eles dar um cariz diferente ao espectáculo“.

Sobre a ausência do Alentejo da programação desta ano explicou que “de facto, este ano, não há Alentejo. Temos o Algarve, com Lagoa, depois temos várias zonas do país. Nos últimos anos, no Alentejo fizemos duas cidades, não consecutivamente, Évora e Beja. Mas este ano, por algum motivo, ou calendário ou por não se enquadrar na programação das salas, não aconteceu. Mas é uma região do país que se enquadra no festival“, explicou.

Sobre as Ilhas, de Açores e Madeira, não integrarem o certame, referiu que “nos Açores temos feito com regularidade, mas até pelo motivo que falavas há pouco da pandemia, houve uma série de programações que se acabaram por atropelar e este ano não se realiza o festival nos Açores, como não se realizou nos anos de pandemia na verdade, mas os Açores e a Madeira, que já esteve para acontecer, são duas zonas do país que fazem parte da nossa cabeça“.

O facto de termos um naming sponsor como a Associação Mutualista Montepio é essencial, digo que sem esse apoio, este festival não se realizava, e muito menos se realizava com este cartaz. Agora, obviamente que este festival só é sustentável porque continua a esgotar as salas, mas claro que o apoio dos munícipios também é muito importante, até porque maioria das salas são municipais“, destacou.

Para rematar e quando questionado sobre o que ainda lhe falta fazer neste festival, disse que “falta fazer a 10ª edição [risos]”, ou seja, provavelmente em 2024, tendo em conta que este ano se realiza a 9ª.

- Publicidade -

Destaques

Lon3r Johny levou o Sol da Caparica pela madrugada dentro

Lon3r Johny levou o Sol da Caparica pela madrugada...

Slow J cruzou mundos no Sol da Caparica

Slow J cruzou mundos no Sol da Caparica, na...

MC Paiva levou o funk brasileiro ao Sol da Caparica

MC Paiva levou o funk brasileiro ao Sol da...

ÁTOA levaram 12 anos de canções ao Sol da Caparica

ÁTOA levaram 12 anos de canções ao Sol da...

Quim Barreiros fez da Caparica uma festa popular em tamanho grande

Quim Barreiros fez da Caparica uma festa popular em...
- Publicidade -

Reportagens

- Publicidade -

Artigos relacionados