Ricardo Esteves, o padre sexy, destaca que “às vezes, tenho a sensação de que estamos de pé, mas estamos mortos na vida”

Ricardo Esteves, o padre sexy, destaca que “às vezes, tenho a sensação de que estamos de pé, mas estamos mortos na vida”, num texto publicado nas redes sociais.

Ricardo Esteves, o padre sexy, destaca que "às vezes, tenho a sensação de que estamos de pé, mas estamos mortos na vida"

Às vezes, tenho a sensação de que estamos de pé, mas estamos mortos na vida. E isto leva-me a pensar que nós somos e estamos mais vivos quando estamos mais conscientes, quando estamos presentes onde devemos estar e nem sempre é assim“, referiu.

Às vezes, estamos mas não estamos. Estamos repartindo tantos afazeres que no fundo estamos em tudo e em nada ao mesmo tempo. A nossa ansiedade reparte-nos, impede-nos de estarmos num todo, na verdadeira essência, naquilo que a vida está a convidar para viver“, lamentou o padre Ricardo Esteves.

É muito comum nos dias de hoje que a nossa ansiedade nos posicione no passado ou no futuro, mas nunca no presente. É somente no presente que a vida é real. Viver no presente é um benefício, é estar onde se está, com quem se está, fazendo o que precisa ser feito. A nossa ressurreição está na nossa vida interior. A vida pública que levamos muitas vezes mata, cansa, esgota. A vida particular restaura, devolve-nos ao útero da nossa mãe, gera-nos de novo. E o que eu gosto de fazer nessa vida interior? Gosto de ler, estudar, ouvir música, comer de forma consciente, e procuro ter uma atividade física“, acrescentou.

“Eu descobri que preciso ser amigo do meu corpo e, sendo amigo do meu corpo, eu favoreço o meu espírito. Enquanto Deus permitir, eu vou cuidar do espírito no meu corpo. As pessoas sentem-se cada vez mais vítimas, o dia todo. Todas as vezes que a dor bate à porta, a nossa primeira reação é acreditar que nós não merecemos isto. Mas quem disse isso? Todas as pessoas sofrem. Porque é que eu também não vou sofrer? Todas as pessoas perdem. Porque é que eu não vou perder? Todas as pessoas em algum momento da vida sofrem. Sejamos mais realistas. Em vez de trabalharmos a vitimização, trabalhemos o corpo e o espírito para enfrentar a dor com consciência, fortaleza, e se preciso mesmo enfrentar a dor com a dor. Um dia muito feliz para todos com Deus no coração“, rematou.

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