Rui Freitas faz balanço emocionante antes da vitória na 1.ª Companhia: “Saí daqui uma pessoa melhor”, disse.
Finalista refletiu sobre os 51 dias de recruta antes de conquistar os 25 mil euros
A grande final da 1.ª Companhia terminou com Rui Freitas a erguer o troféu e a garantir o prémio de 25 mil euros. No entanto, antes da consagração, o agora vencedor passou pela Sala de Comunicações para rever o seu percurso.
Em conversa com Maria Botelho Moniz, o recruta recordou os 51 dias vividos na base da Quinta dos Melos e fez uma análise ao seu desempenho.
“Não começou da forma que eu pretendia”
Desde logo, Rui Freitas reconheceu que o arranque não foi fácil. “Não começou da forma que eu pretendia, mas acho que acabou da forma que eu pretendia. Acho que foi um percurso, eu lembro perfeitamente de dizer que pior que aquilo não podia estar e queria ser sempre a melhorar e acho que consegui isso”, afirmou.
Assim, o concorrente assumiu que a evolução foi construída ao longo das semanas, sobretudo após as dificuldades iniciais.
O apoio do público como motivação
Além disso, destacou o papel determinante das votações. Ao longo da competição, Rui Freitas esteve várias vezes nomeado e foi salvo pelo público.
Sobre esse apoio, explicou: “O facto de estar nomeado e de ser constantemente salvo motivou-me ainda mais para não desiludir ninguém lá fora, acho que melhorei em muitos aspetos e acho que agora, estas últimas duas, três semanas, para mim senti-me muito confortável”.
Dessa forma, admitiu que a confiança dos telespetadores reforçou a sua determinação dentro do programa.
“Empenhei, dei sempre o meu melhor”
Questionado sobre se ficou algo por fazer ou dizer, Rui Freitas foi claro quanto à sua entrega ao formato. “Em todas as tarefas, naquilo que foi proposto, empenhei, dei sempre o meu melhor, acho que falta de empenho não tive, acho que não ficou muito por dizer nem por fazer, acho que saí daqui uma pessoa melhor, muito melhor do que aquela que entrei e com mais capacidade para enfrentar o que vier, sem sombra de dúvida”, garantiu.
Assim, o vencedor considera que a experiência teve impacto direto no seu crescimento pessoal.
Fora da zona de conforto
Por fim, Maria Botelho Moniz quis saber qual a maior lição retirada da recruta militar. Rui Freitas destacou a importância de lidar com contextos adversos.
Na sua reflexão final, afirmou: “Aprendi que fora da minha zona de conforto não é tão fácil, eu na minha vida lá fora sempre consegui estar onde queria, quando não estava na minha zona de conforto eu punha-me na minha zona de conforto e aqui não estive na minha zona de conforto e fui obrigado a adaptar-me e a superar-me e a conseguir estar nela”.
Pouco depois deste momento no confessionário, a gala confirmou a sua vitória absoluta na 1.ª Companhia, encerrando um percurso que o próprio define como transformador.
