“Secret Story 9”: Espectador apresenta queixa à APAV contra Bruno por “possível violência física e verbal”, segundo foi revelado.
Caso de Bruno e Marisa Susana gera indignação fora da casa
A polémica em torno de Bruno Simão, concorrente da “Casa dos Segredos 9”, continua a crescer. Depois do comportamento agressivo com Marisa Susana, exibido no especial transmitido pela TVI na noite de quarta-feira, 29 de outubro, o caso ultrapassou os limites da casa da Malveira.
Durante a emissão, A VOZ decidiu sancionar Bruno com uma nomeação direta, uma decisão que, apesar de considerada “justa” por alguns telespectadores, foi vista por muitos outros como demasiado branda face à gravidade do incidente.
No entanto, a situação deu um novo rumo fora do programa: um espectador decidiu apresentar uma queixa formal à APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), denunciando o concorrente por “possível violência física e verbal”.
“Ele pode não sair a bem, mas vai sair a mal”
A denúncia foi tornada pública nas redes sociais e o autor da participação não escondeu a sua indignação com o que considera ser um caso de violência num ambiente de exposição televisiva.
Na publicação, pode ler-se: “Ele pode não sair a bem, mas vai sair a mal.”
O documento apresentado à APAV detalha as razões da queixa:
“Este comportamento não só viola princípios básicos de respeito e não-violência, mas também pode configurar uma forma de violência de género, ao envolver contacto físico não consentido e imposição de força sobre uma mulher num ambiente confinado e de alta tensão como o da casa do reality show.”
“Até ao momento, a produção do programa não tomou medidas concretas”
O participante que apresentou a queixa mostrou-se também crítico em relação à resposta da produção do reality show, acusando a equipa de inação perante um comportamento que, segundo o espectador, deveria ter tido consequências mais severas.
“Lamento informar que, até ao momento, a produção do programa não tomou medidas concretas, como a expulsão imediata do agressor ou uma suspensão provisória, apesar da repercussão pública e dos apelos massivos nas redes sociais por justiça e proteção à vítima.”
O texto reforça ainda o pedido de intervenção de entidades externas, apelando à análise do caso por parte da APAV e de organismos reguladores da comunicação social.
“Como espectador, sinto-me indignado e impotente perante esta inação, que contraria os princípios de igualdade e segurança que a APAV tão arduamente defende. Solicito, pois, a vossa análise e intervenção junto à produção da TVI e/ou às entidades reguladoras de media (como a ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social).”
Veja a publicação AQUI.
