Secret Story: Fábio “apercebe-se que tem a Liliana de qualquer das maneiras, até depois de uma visita do namorado”, foi referido.
No Extra da Casa dos Segredos, transmitido esta segunda-feira, 29 de setembro, Inês Morais fez uma análise detalhada à postura de Fábio dentro da casa. “A partir do momento em que o Fábio apercebe-se que tem a Liliana de qualquer das maneiras, até depois de uma visita do namorado, eu acho que ele acaba por perder ali um bocado o interesse. Ele já conseguiu o que queria”, começou por afirmar.
Na sua opinião, o concorrente não demonstra verdadeiro interesse por Liliana. “Ela claramente está cada vez mais fragilizada, ainda mais, e ele não se importa muito. Tanto que vimos há pouco aquela conversa também dele com a Vera, em que a Vera lhe diz para ele tomar uma atitude diferente, e ele nota-se que é isso que ele quer fazer, ou, pelo menos, se não é isso que quer, eu acho que ele vai-se deixar sempre ir um bocadinho pelo jogo e por aquilo que a contracena com a Liliana pode-lhe trazer, mas que não tem propriamente o sentimento que a Liliana quer que ele tenha por ele”, acrescentou.
Marta Cardoso lança provocação
Durante o debate, Marta Cardoso introduziu um novo elemento que pode estar a influenciar a situação. “Agora, há aqui um elemento novo que pode ou não explicar esta nova posição do Fábio, que é o facto da namorada Liliana ter ido à gala, ter conversado com ela e ter ficado tudo na mesma. E, portanto, a partir daqui, ela para já só comentou com ele”, disse.
António Leal e Silva fala em jogo e drama
Já António Leal e Silva considerou que há muita encenação no ar. “Sim, houve alguns desenvolvimentos, mas ele lá desenvolveu, mas não desenvolveu porque acabou, como dizem, para ficar tudo na mesma. Eu acho que aqui estamos perante o verdadeiro jogo. Eu vejo muito aqui também muito jogo e muito drama, da parte dos dois”, afirmou.
O comentador foi ainda mais longe, preferindo acreditar que tudo não passa de estratégia. “Se não é jogo, eu acho que é melhor… Eu prefiro não pensar que não é, eu prefiro… Preferir acreditar que é jogo. Eu prefiro, para a minha sanidade mental, eu acho que é melhor e eu quero e faço um esforço para acreditar que isto é um jogo, aqui sim é um jogo e que realmente as pessoas estão a jogar”, sublinhou.
O peso da parte exterior
Na sua reflexão final, António Leal e Silva destacou a importância de considerar a realidade fora da casa. “Ora está para ali, ora chora, ora vai atrás, ora volta para trás, ora vem o outro, ora o outro diz que sim, o outro diz que não. Agora ele não percebe português, se calhar ele tem que começar a falar neles outra língua qualquer, o francês, que é sempre chique e é uma língua muito diplomática (…) Agora era bom também que eles esclarecessem, porque ali há duas partes, que nós nunca devemos esquecer, porque quem está metido nisto tem sempre a parte de dentro da casa e a parte de fora da casa. E eles estão lá dentro, por isso ela está muito a trabalhar para dentro, pensando se calhar pouco na parte de fora. E o que ela pensa na parte de fora é o menos importante, devia pensar de outra maneira”, concluiu.
