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Valter Carvalho explica por que aceitou a 1.ª Companhia após sonho militar interrompido

Valter Carvalho explica por que aceitou a 1.ª Companhia após sonho militar interrompido, em entrevista à TV 7 Dias.

Valter Carvalho foi o primeiro concorrente expulso da 1.ª Companhia. Em declarações exclusivas à TV 7 Dias, o DJ e modelo abriu o jogo sobre as motivações que o levaram a aceitar o convite da TVI.

Um passado marcado pela vontade de ser militar

Antes de mais, Valter recuou à juventude para explicar que o percurso podia ter sido muito diferente. O sonho de seguir a vida militar esteve perto de se concretizar, mas um acidente mudou tudo.

“Quando era jovem, deixei a escola a achar que ia ser militar, mas depois tive um acidente de trabalho que me fez questionar se podia ou não continuar”, começou por contar.

Na altura, trabalhava numa empresa de alimentos congelados e sofreu uma queda grave.

“Eu trabalhava numa empresa de alimentos congelados e caí de uma altura de sete metros. E foi esse acidente que me fez tornar modelo”, explicou.

Testes feitos, decisão adiada

Apesar do acidente, Valter ainda tentou avançar com a carreira militar. Chegou mesmo a passar nos testes exigidos.

“Ainda cheguei a ir fazer os testes aos paraquedistas e passei”, revelou.

No entanto, a vida acabou por empurrá-lo para outro caminho.

“Mas quando foi para incorporar, a moda estava em ascensão e decidi seguir mais a moda do que a vida militar”, acrescentou.

O convite da TVI como reencontro pessoal

Assim, o desafio da 1.ª Companhia surgiu como uma forma de revisitar algo que ficou por viver. Para Valter, a exigência física e mental foi determinante.

“Portanto, a junção da parte desafiante, seja a nível mental e física, com aquilo que eu gostava de ter vivido na minha idade jovem, fez-me aceitar o convite”, afirmou.

Ainda assim, o ex-concorrente garante que a carreira de modelo teve um papel importante no seu equilíbrio pessoal.

Uma personalidade atraída pelo risco

Por fim, Valter Carvalho reconheceu que sempre teve uma atração pelo limite e pelo perigo, algo que poderia ter colocado a sua vida em risco.

“Tendo em conta a minha personalidade, acho que tudo o que aconteceu foi um bocado propositado para eu me encontrar, equilibrar aqui algumas partes em mim”, confessou.

A ideia de missões no estrangeiro fazia parte desse imaginário.

“Aquilo que eu queria era a guerra. Eu queria missões fora de Portugal, missões em que estivesse em risco constante”, disse.

Consciente das consequências, concluiu sem hesitar: “Era isso que eu queria, esse risco era aquilo que eu gostava”.

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