Pedro Soá: “Os realities em Portugal deixaram de ser desde há muito tempo justos, leais e éticos”, assinalou.
Cláudio Ramos voltou a posicionar-se contra as ‘teams’ de concorrentes de reality shows da TVI.
Hoje, no Dois às 10, afirmou: “As teams deviam todas meter uns tijolos nos pés, agarrar, irem ali à ponte e atirarem-se. A team, não é as pessoas”.
“As pessoas que dão dinheiro às teams têm só um nome: burras. Porque, se eu tiver uma team e pedir às pessoas todas para me darem dinheiro para votar no concorrente favorito, o que estou a fazer é governar este chulo!”, acrescentou.
Considerou que este negócio das teams “não devia existir, devia ser proibido ou então as Finanças deviam estar em cima”.
Pedro Soá, ex-concorrente do “Big Brother”, pronunciou-se através do Instagram: “Esta coisa das ‘teams’ e os jogos de bastidores para alavancar um concorrente envolve uma teia de interesses. Algumas destas supostas ‘teams’ aproveitam-se do mediatismo do mesmo para lucrar e enganar”.
“No Brasil, as chamadas são gratuitas. Porque será?! Os realities em Portugal deixaram de ser desde há muito tempo justos, leais e éticos. Tanta gente a roubar indiretamente e tudo a assobiar para o lado, e depois os únicos ‘vilões’ da sociedade são os casinos! Já nem falo das chamadas de valor acrescentado”, rematou.
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Assim, considera Pedro Soá: “Os realities em Portugal deixaram de ser desde há muito tempo justos, leais e éticos”.
