Filipa Torrinha Nunes critica tauromaquia: “Não chamamos carreira a uma coisa que é matar animais”, afirmou.
No “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras, a comentadora manifestou-se contra a atividade tauromáquica e criticou a presença de crianças nestes espetáculos. As declarações surgiram durante uma peça sobre João Moura Caetano e Luiza Abreu.
Uma peça sobre João Moura Caetano e Luiza Abreu levou Filipa Torrinha Nunes a tomar posição contra a tauromaquia no “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras. A comentadora questionou a utilização da palavra carreira para descrever a atividade de um toureiro e rejeitou o argumento cultural associado às corridas de touros.
A intervenção afastou-se, assim, do tema da relação entre o cavaleiro e Luiza Abreu para se centrar na forma como Filipa Torrinha Nunes encara estes espetáculos e a participação do público mais novo.
Comentadora contesta atividade dos toureiros
Ao pronunciar-se sobre o assunto, Filipa Torrinha Nunes apresentou a sua oposição em termos categóricos:
“Não chamamos carreira a uma coisa que é matar animais, só para começar. Não é carreira, espetar farpas em animais, ponto prévio. Não faz sentido, nunca foi, nunca faz, nunca fez.”
As palavras foram proferidas no espaço de comentário social da SIC Caras, a propósito da atividade profissional de João Moura Caetano. A comentadora colocou o tratamento dos animais no centro da sua crítica.
Presença de crianças também motivou críticas
Filipa Torrinha Nunes estendeu a intervenção à presença de crianças nas corridas de touros e à defesa da tauromaquia enquanto expressão cultural.
“E levar as crianças, e é uma cultura, dizem, não é uma cultura, é vocês maltratam animais, é o vosso nome”, afirmou.
Ao longo das duas declarações, a comentadora deixou explícita a sua rejeição da atividade, contestando tanto o seu enquadramento profissional como o argumento cultural utilizado pelos seus defensores.
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