Big Brother All Stars: Érica Silva critica MediaPro e diz que ex-concorrentes não são “figurantes descartáveis”, na gala.
Érica Silva criticou a MediaPro depois de, segundo relatou, ter sido impedida de estacionar nos estúdios da Venda do Pinheiro quando ia assistir à gala do Big Brother All Stars. A ex-concorrente afirmou que a situação também afetou Teresa Silva e questionou a forma como são recebidos os antigos participantes convidados para estar presentes.
O episódio aconteceu no domingo, 11 de outubro. Num primeiro desabafo no Instagram, Érica apontou a perda de condições que, de acordo com o seu relato, eram anteriormente disponibilizadas aos ex-concorrentes. Mais tarde, esclareceu que a crítica se dirigia à empresa responsável pelos estúdios, e não ao programa ou à sua produção.
Érica Silva relata impedimento de estacionar nos estúdios
A cabeleireira contou que chegou ao parque de estacionamento para assistir à gala e foi informada de que os ex-concorrentes não podiam deixar ali os carros.
“Esta é para a MediaPro. Foi muito mau o que fizeram ontem — pelo menos a mim e à Teresa — na Venda do Pinheiro. Porquê? Porque não nos deixaram estacionar nos estúdios, ou seja só a administração é que podia estacionar lá, os ex-concorrentes não”, afirmou nas redes sociais.
Para Érica, a questão do estacionamento somou-se a outras alterações no tratamento dado aos antigos participantes.
“Já nos retiraram os jantares, já nos retiraram cabeleireiro e maquilhador e agora retiram-nos o lugar de estacionamento, então depois não se queixem dos ex-concorrentes não irem assistir às galas, não dá, não dá mesmo para compactuar com isso.”
A ex-concorrente associou, assim, a disponibilidade para regressar às galas às condições oferecidas a quem é convidado.
“Esta não é uma crítica ao Big Brother nem à sua produção”
Horas depois, Érica Silva voltou ao assunto e recordou que tinha encontrado um tratamento diferente quando participou em programas do género há 13 anos.
Nesse novo desabafo, fez questão de delimitar o alvo da sua insatisfação.
“E quero deixar uma coisa bem clara: esta não é uma crítica ao Big Brother nem à sua produção. É uma crítica à MediaPro, enquanto empresa responsável pelos estúdios onde decorre a gala e à forma como decidiu receber quem foi convidado para estar presente.”
O esclarecimento separou o trabalho do programa da decisão sobre o acesso às instalações, que Érica atribuiu à MediaPro.
Érica reivindica respeito pela história dos ex-concorrentes
A crítica terminou com uma defesa do papel dos antigos participantes na continuidade dos reality shows. Érica considerou que o contributo dos ex-concorrentes deve ser reconhecido também na forma como são recebidos fora da casa.
“Os ex-concorrentes fazem parte da história destes programas. Não somos figurantes descartáveis que só interessam quando é preciso recuperar nostalgia, audiências ou conteúdo”, escreveu.
Para a ex-participante do Big Brother All Stars, o episódio do estacionamento acabou por levantar uma questão mais ampla sobre o lugar reservado a quem continua a ser chamado para acompanhar as galas.
