Maria Vieira sobre saída de Suzana Garcia: “a televisão é basicamente o palco de gente medíocre, incompetente, histérica, mal formada, ordinária, saloia”


Suzana Garcia anunciou, ontem, a saída do ‘Você na TV’.

Depois de Goucha ter reagido, foi agora a vez de Maria Vieira também dar a sua opinião.

Fui hoje informada que a Drª Suzana Garcia terá sido afastada de um programa matinal da TVI onde se notabilizou por fazer comentários politicamente-incorretos, conotados com o conservadorismo e com a Direita Política, que supostamente não agradariam a quem hoje debita algumas diretrizes nessa estação de televisão“, escreveu.

Eu não vejo televisão portuguesa há já vários anos, mas assistia algumas vezes às intervenções da referida advogada através das redes sociais e entendo perfeitamente a razão pela qual «alguém» se terá querido ver livre dela…“, acrescentou.

O que terá motivado a saída da Drª Suzana Garcia foram precisamente as mesmas razões que afastaram dos ecrãs a Manuela Moura Guedes, a Ana Leal, a Sandra Felgueiras e eu própria (apesar de eu não ser nem jornalista nem comentadora televisiva) que não trabalho no meu país desde o final de 2016, quando, no Brasil, me assumi como uma mulher e uma actriz conservadora, cristã e nacionalista: nós pensamos e dizemos coisas que a comunicação social e sobretudo as televisões, não querem que sejam ditas, porque a comunicação social portuguesa, na sua generalidade, é de Esquerda, é mentirosa, é corrupta e vive do dinheiro público que o governo socialista/comunista sonega aos contribuintes portugueses!“, referiu ainda.

A televisão portuguesa transformou-se numa plataforma de informação e formatação social ao serviço do Estado socialista, do globalismo e do multiculturalismo compulsivo e tal não acontece apenas em Portugal, mas um pouco por todo o mundo ocidental!“, apontou.

Nos dias que correm, a televisão é basicamente o palco de gente medíocre, incompetente, histérica, mal formada, ordinária, saloia, «saltitona» e completamente vendida ao poder instituído. A televisão é interessante e mais ou menos lucrativa para quem a faz, mas é absolutamente nefasta para quem perde o seu tempo a vê-la”.