
A 13 de Março, Carluz Belo revelou o mais recente single do seu próximo disco. Coincidiu com o Estado de Emergência, em que Portugal esteve, devido à pandemia provocada pela COVID-19.
Este tema sucede aos já conhecidos “O Mundo Que Nos Foge” (com palavras do poeta Al Berto) e “Ao Virar de cada Esquina”. Em conversa com Rui Lavrador, do Infocul.pt, Carluz Belo falou sobre o novo single, o disco e desvendou alguns dos gostos mais pessoais.
Em conversa com Rui Lavrador, revelou que “este tema, “Folhas Secas”, já estava preparado antes da pandemia”, explicando que o seu disco acabou por ver o seu lançamento adiado, também devido à pandemia, “tal como muitos outros projectos, não só neste país mas por esse mundo fora”.
Justificou que “as pessoas têm projectos para sair em determinadas datas. No meu caso, o disco seria para sair agora em Maio”, mas que devido à situação provocada pela COVID-19, “o que temos em vista e irá mesmo acontecer, é o disco sair após o verão”.
Um disco que “mantém esta linha pop, com leve traço de electrónica” e em que como se “cada canção fosse um capítulo de um passeio junto à praia”, lembrando assim que “sou um rapaz do Minho, cresci no litoral do Minho (em Esposende), e estou muito ligado à natureza: ao arvoredo, à praia, ao pinhal”.
Sobre as influências que a cultura minhota têm na sua música, disse-nos que “estou no início desse caminho, de perceber o que é que a minha geo-localização traz de novo à música”, mas realçando que “o Minho é uma terra de afectos. Não é à toa que o nosso presidente da República é minhoto”, não esquecendo António Variações.
Sobre o lado mais pessoal revelou alguns dos seus gostos, da música à gastronomia. Uma curta mas divertida conversa para ver e ouvir no link abaixo.
