
Luís Severo apresentou-se no no Teatro Tivoli BBVA, no dia 22 de Novembro, no Super Bock em Stock.
Um público jovem ocupou quase a totalidade a sala lisboeta. Este, no decurso de todo o concerto apoiava o músico, aplaudindo e cantando.
Acompanhado inicialmente por uma Guitarra Eléctrica, o músico português iniciou o seu espectáculo com os temas “Planície (tudo igual)” e “Joãozinho”, do seu mais recente álbum “O Sol Voltou”.
O artista revelou ao público que foi difícil interpretar os seus tema antigos apenas com um instrumento, mas com confiança tocou a música “Amor e Verdade”.
Após ter afirmado ao público que gostou de resultado com os instrumentos de música clássica, deixou cair a sua guitarra, causando alguns problemas técnicos. Mas isso não impediu o músico de continuar o seu espectáculo. “Rapaz” foi cantada sem apoio do seu instrumento, mas Rebeca Csalog, Sara e Nuno Coroado ajudaram o artista, com os seus respectivos instrumentos.
Após “Maio” e “Primavera”, mudou de instrumento, tendo-se sentado em frente a um teclado, dizendo que este era melhor, porque não iria cair, à semelhança da guitarra.
Foram tocados os temas “Meu Amor”, “Quem me Espera” e “Última Canção” no dito teclado, tendo dado uma nova magia aos temas.
Apesar de o trio de músicos não ter participado mais na melodia, fizeram companhia ao músico, enquanto este, de novo na guitarra eléctrica, tocou a solo “Cara d’Anjo” e “Domingo”.
Dado o recente falecimento de José Mário Branco, o músico sentiu que deveria honrá–lo, apesar de nunca terem criado uma relação de qualquer tipo, pois Luís fora influenciado musicalmente pelo grande músico.
No decurso do concerto, a expressividade do artista (corporal e vocal) e a participação dos violoncelos e da harpa, permitiram espalhar a sensação de calma, tornando o concerto num momento agradável.
