Big Brother All Stars: Catarina Miranda rompe confiança com Diogo Cunha após decisão na gala, na noite de ontem.
Catarina Miranda terminou a gala do Big Brother All Stars com contas a ajustar com Diogo Cunha. Já na cadeira quente, na madrugada desta segunda-feira, 5 de outubro, a concorrente deixou claro que a decisão tomada pelo colega durante uma das dinâmicas mexeu com a confiança que depositava nele.
A ribatejana começou por recuperar aquilo que aconteceu ao longo da semana e revelou que Diogo Cunha tentou convencê-la a assumir um papel que poderia deixá-la exposta no jogo.
«Estive a semana toda a dizer, então como é que é, Miranda, podes ser o nosso voto expiatório, que era para nos espetarem sempre com o colar da nomeação direta», recordou Catarina.
Para a concorrente, existe uma diferença entre a forma como Diogo procura determinados colegas quando está em causa uma estratégia de nomeações e as decisões que toma quando tem poderes ou vantagens para distribuir.
«Nós só contamos para o Diogo quando é para ele nomear pessoas e, na maioria das vezes, para ele não ficar lá», acusou.
Decisão sobre Jéssica deixou Catarina Miranda incomodada
O principal motivo do desagrado foi a opção de Diogo Cunha por beneficiar Jéssica Gomes durante uma dinâmica da gala.
«Havia pessoas do nosso quarto com bola preta e o Diogo decidiu dar à Jéssica», apontou Catarina.
Questionada pela Voz sobre quem, no seu entender, poderia ter recebido a vantagem, respondeu sem hesitar:
«Eu e o David.»
Catarina explicou que a sua leitura não se limita à proximidade pessoal. Para a concorrente, a gestão das vantagens também deve ter em conta as alianças criadas dentro da casa e aquilo que depois é pedido aos colegas durante as nomeações.
Foi nesse ponto que chegou à conclusão mais dura da noite sobre Diogo Cunha.
«A partir de hoje eu não consigo confiar mais no Diogo, porque o Diogo, quando foi para nos poder dar uma benesse, não nos deu. Mas quando é para combinar nomeações, a gente já conta para ele.»
Helena Isabel percebe crítica, mas relativiza
Helena Isabel acompanhou a discussão e admitiu compreender parte do raciocínio de Catarina Miranda.
«Em parte, percebo o que é que a Catarina diz», afirmou.
Ainda assim, chamou a atenção para o facto de as ligações dentro da casa poderem ser sentidas de formas diferentes.
«Não podemos depositar expectativas nas pessoas e depois todas as pessoas têm ligações diferentes.»
Catarina interrompeu para lembrar que, na sua perspetiva, não se tratava de uma situação isolada:
«Já é a segunda vez que isto acontece.»
Helena reconheceu que, apesar de não considerar que exista propriamente um grupo fechado, ela própria tentaria proteger Catarina se tivesse essa possibilidade. Admitiu ainda que é «uma batata» em estratégia e que tende a decidir «com o coração».
A concorrente ponderou, no entanto, que Diogo Cunha poderia ter pensado de forma estratégica e favorecido alguém que mais tarde o pudesse proteger numa nomeação.
Catarina concordou com essa possibilidade e falou na necessidade de «manejar a gestão» do jogo.
Miguel Vicente apresentou uma leitura diferente, lembrando que nem sempre duas pessoas atribuem o mesmo peso à ligação que mantêm dentro da casa.
A discussão terminou sem aproximação entre Catarina Miranda e Diogo Cunha e deixou uma nova fratura num conjunto de relações que, até aqui, ainda funcionava em vários momentos de estratégia conjunta.
