Inês Morais considera que Noélia Pereira tem capacidade para resistir às provocações no Big Brother All Stars, mas está a perder espaço para construir o seu próprio percurso. No «Diário» da TVI, a comentadora defendeu que a presença da algarvia beneficia sobretudo Francisco Monteiro.
A análise surgiu numa conversa conduzida por Nuno Eiró sobre a relação entre Noélia Pereira e Miguel Vicente. O concorrente tinha sugerido que a colega “até cantava ao fado” se recebesse uma carta de foral.
Inês Morais entendeu que esse tipo de provocação dificilmente produziria o efeito desejado: “Ela não podia querer saber menos.”
Resistência às provocações não chega para ter protagonismo
A comentadora colocou Noélia e Miguel entre os concorrentes com maior capacidade para ouvir críticas e provocações sem se deixarem abalar.
No caso da empresária, explicou: “Ele pode fazer ou pode dizer ou pode espicaçar com ela. Não quer saber, ela não se deixa mesmo espicaçar pelas coisas das outras.”
Esse reconhecimento não impediu uma avaliação crítica da participação de Noélia nesta edição. Inês Morais considerou que a concorrente se envolve sobretudo na defesa de outras pessoas, deixando o seu próprio jogo em segundo plano.
“Neste momento, com pena minha (…) a Noélia não sinto que tenha [narrativa própria]”, afirmou.
Relação com Francisco Monteiro no centro da crítica
Nuno Eiró perguntou então se Noélia era essencial ao jogo de Francisco Monteiro. Inês Morais respondeu afirmativamente e explicou porquê.
“É essencial ao jogo do Francisco (…) Sinto que ela é ótima para aquilo que o Francisco Monteiro procura numa pessoa, que é jogar para ele. Ele gosta que joguem para ele”, declarou.
A crítica incidiu, assim, na autonomia do percurso da concorrente: para Inês Morais, a resistência de Noélia aos adversários não está a traduzir-se numa história suficientemente centrada nela.
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