Carolina Ortigão defendeu a importância das palavras e da variedade na intimidade durante uma das mais recentes emissões de “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras. A conversa, motivada por declarações de Salvador Sobral sobre a sua vida sexual, levou a comentadora a explicar por que considera que o sexo não deve tornar-se uma rotina previsível.
“Sexo mudo não existe. Sexo mudo eu acho que não… Tem que conversar… Tem que haver umas palavras”, afirmou durante o debate.
Para Carolina Ortigão, a comunicação faz parte da experiência, mas também é importante evitar que tudo se resuma a uma sequência repetida de gestos.
“Não poder monótono. Não pode ser igual. Aquela coisa de ‘ok, é assim, funciona assim, é este passo e depois aquele e aquele, já está’”, acrescentou.
As mudanças na vida sexual ao longo dos anos
Antes dessas observações, a comentadora tinha abordado a distinção entre fazer sexo e fazer amor, questionando uma separação rígida entre as duas expressões.
“Fazer sexo ou fazer amor, qual a diferença, é uma coisa muito… Fazer amor pode entrar também na parte do fazer sexo, é um tema muito interessante e vos garanto que ao longo da vida muda um bocadinho não só o ritmo, muda um bocadinho os temas… Não quer dizer que seja para pior”, explicou.
Carolina Ortigão sublinhou, assim, que as mudanças na intimidade ao longo da vida não significam necessariamente uma experiência menos satisfatória.
“Acho que não devia ser banal”
A conversa contou também com a intervenção de Joana Latino, que apresentou o seu ponto de vista no programa da SIC Caras.
Na sequência dessa participação, Carolina Ortigão voltou à ideia de que a intimidade merece espaço para fugir à banalidade: “O sexo é uma coisa muito engraçada e acho que não devia ser banal”, concluiu.
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