Carolina Ortigão fala sobre intimidade e rejeita a rotina: “Sexo mudo não existe”

Carolina Ortigão defendeu a importância das palavras e da variedade na intimidade durante uma das mais recentes emissões de “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras. A conversa, motivada por declarações de Salvador Sobral sobre a sua vida sexual, levou a comentadora a explicar por que considera que o sexo não deve tornar-se uma rotina previsível.

“Sexo mudo não existe. Sexo mudo eu acho que não… Tem que conversar… Tem que haver umas palavras”, afirmou durante o debate.

Para Carolina Ortigão, a comunicação faz parte da experiência, mas também é importante evitar que tudo se resuma a uma sequência repetida de gestos.

“Não poder monótono. Não pode ser igual. Aquela coisa de ‘ok, é assim, funciona assim, é este passo e depois aquele e aquele, já está’”, acrescentou.

As mudanças na vida sexual ao longo dos anos

Antes dessas observações, a comentadora tinha abordado a distinção entre fazer sexo e fazer amor, questionando uma separação rígida entre as duas expressões.

- Publicidade -

“Fazer sexo ou fazer amor, qual a diferença, é uma coisa muito… Fazer amor pode entrar também na parte do fazer sexo, é um tema muito interessante e vos garanto que ao longo da vida muda um bocadinho não só o ritmo, muda um bocadinho os temas… Não quer dizer que seja para pior”, explicou.

Carolina Ortigão sublinhou, assim, que as mudanças na intimidade ao longo da vida não significam necessariamente uma experiência menos satisfatória.

“Acho que não devia ser banal”

A conversa contou também com a intervenção de Joana Latino, que apresentou o seu ponto de vista no programa da SIC Caras.

Na sequência dessa participação, Carolina Ortigão voltou à ideia de que a intimidade merece espaço para fugir à banalidade: “O sexo é uma coisa muito engraçada e acho que não devia ser banal”, concluiu.

Leia também: Padre Ricardo Esteves deixa aviso sobre traição: “Nem todo o arrependimento nasce do que se fez”

- Publicidade -

Destaques

Rúben Luz Lameira ao Infocul: “Não podemos vender gato por lebre” no cante alentejano

Rúben Luz Lameira tinha os amigos à espera para...

Francisco Inácio, à porta dos 18 anos: “As histórias têm de ser minhas”

Em entrevista ao Infocul, o músico de Rio Maior...

Miguel Lunet: em “Rapaz da Geração Z”, o humor também sabe escrever canções

Há sempre alguém numa festa que parece ter comprado...

Monda: “Talvez Amanhã” e a liberdade de fazer música sem obedecer aos algoritmos

Gosto dos Monda desde o primeiro disco. A ligação...

Rui Veloso emociona o Sagres Campo Pequeno com «Porto Sentido» e homenagens a João Gil e Luís Represas

Rui Veloso levou o Sagres Campo Pequeno numa viagem...
- Publicidade -

Reportagens

- Publicidade -

Artigos relacionados