Cláudia Nayara recorda perda da filha e fala da dor que “nunca desaparece”, ontem, no programa da SIC, Júlia.
Cantora abre o coração no programa “Júlia”
Emoção marcou a presença de Cláudia Nayara no Júlia, onde falou de um dos momentos mais dolorosos da sua vida.
A artista recordou a morte da filha, Samantha, numa fase muito avançada da gravidez.
Desde logo, explicou a proximidade do nascimento quando tudo aconteceu.
“Ia fazer oito meses. (…) Faltavam três dias”, contou, visivelmente emocionada.
“Isto é uma dor”
Apesar de já ter falado publicamente sobre o tema, Cláudia Nayara confessou que o sofrimento permanece intacto.
Segundo explicou, a exposição não apaga a ausência.
“Todos os dias, a minha filha é a minha filha. Eu sei que é um assunto que está mais do que falado lá para casa, mas isto é uma dor”, desabafou.
A cantora sublinhou que o luto gestacional é um processo contínuo e profundamente solitário.
Esperança de voltar a ser mãe
Ainda assim, Cláudia Nayara garantiu que não perdeu a esperança no futuro.
Com convicção, afirmou que acredita num novo capítulo da sua vida.
“Eu vou ser mãe, claro que vou”, assegurou.
Mensagem sobre o luto gestacional
Por fim, a artista deixou um alerta sobre a falta de compreensão que muitas vezes rodeia este tipo de perda.
A mensagem foi direta e carregada de sentimento.
“Só quem passa é que sabe a dor, e a dor é enorme. Digam aquilo que disserem”, rematou.
O testemunho de Cláudia Nayara trouxe para o centro do debate uma realidade silenciosa, marcada por uma dor que, segundo a própria, nunca desaparece.
Veja este momento AQUI.





